1808: Os canhões de Zaragoza; Fernando Lalana e José María Almárcegui

Literatura espanhola juvenil contemporânea. Novela histórica. Artilheiros venezianos. Fábricación de canhões. Guerra da independência. Napoleón. Ataques dos franceses. Biografia das personagens históricas

  • Enviado por: Leticia
  • País: Espanha Espanha
  • 8 páginas
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1808: Os canhões de Zaragoza

'1808: Los cañones de Zaragoza; Fernando Lalana y José María Almárcegui'

Bibliográfica do livro:

*Titulo do livro: 1808 os canhões de Zaragoza

*Autor: Fernando Lalana / José Mª Almárcegui

*Gênero: Narrativa histórica

*Editorial: Alfaguara série vermelha (www.alfaguarinfantilyjuvenil.com)

*Do texto: 2007, FERNANDO LALANA E JOSÉ MARÍA ALMÁRCEGUI

*Desta edição

2008, Santillana edições gerais, S.L

Torrelaguna, 60. 28043 Madri

Telefone: 91 74490

*Desenho da coleção: RAFA SAÑUDO,RARO,S.L

*Editora: MARTA FIGUEIRAS DÍEZ

*Maquetização: FERNANDO DE SANTIAGO

*Desenho de coberta: JESÚS ACEVEDO

*Resumo: Uma escuadra de artilheiros venezianos parte para Zaragoza para levar a cabo um singular encarrego, mas também em busca do segredo para fabricar os melhores canhões do mundo. Mas sua chegada à capital do Ebro coincide com o ataque francês.

1.

Resumo:

Um conde Zaragozano, Fuenclara. Visita a cidade Veneziana com motivo de um encarrego para uma escuadra de artilheiros.

A missão consiste em ir a Zaragoza para transportar até Roma um retábulo muito valioso. A complicação é que em um tempo muito curto a cuidem de Zaragoza vai estourar em uma guerra contra os Franceses.

Ao ouvir a proposta negam-se pelo preço que o conde lhes oferece. Um dos artilheiros ao saber que da cuidem de Zaragoza se tratava, aceitam o trabalho.

Porque Sidonia, brigadier da escuadra, tem notícias de que em Zaragoza se frabricaron canhões muito especiais, que só há 20 e a escuadra possui um deles, O cañon de Flandes.

Estes se põem em marcha fazia Zaragoza, sabendo que a guerra cedo chegasse e que há que se dar pressa para realizar um trabalho bem-sucedido.

Ao chegar a Zaragoza instalam-se no Palácio do conde fé Fuenclara

Onde começam a preparar o plano…

Enquanto desmontam o retábulo surje um problema ao desmontá-lo, pelo que têm que buscar a pessoas qualificadas para ralizar esse trabalho.

Sabem que isto lhes vai levar em uns dias mais e que têm que aproveitar o tempo todo possível.

De modo que mandam a uns ferreiros a desmontar umas ancoragens que impediam sua desmontagem.

Chegam-lhes notícias de que o exercito de Napoleon ( os Franceses) chegassem muito próximo da cuidem ao entardecer.Pelo que ao dia seguinte estourasse a batalha.

Pelo que sacar o retábulo da cuidem se converte em uma tarefa mais complicada.

Precisam buscar um plano para sacar o retábulo são e salvo da cuidem.

Pelo que instalam o cañon de Flandes em uma das torres da básilica do Pilar, Santa María a Maior.

Para disparar ao exército Frances desde o alto e que o exército de Napoleon pensasse que eram atacados por um lado…As tropas se dirijeran a esse ponto e ter mais aclarada a saída pelo lado contrário da cuidem.

2.

Os Zaragozanos são surpreendidos pelo ataque dos Franceses que se esperava mais tardio.

Entram pela porta de Santa Engracia, a qual não tinha nenhum tipo de segurança, Zaragoza era uma cidade sem fortificações.

O capitão da Escuadra, Cienfuegos vai lutar-se contra os Franceses enquanto o retábulo desmonta-se.

A guerra a começado, e Franceses e Espanhóis lutam por sobreviver.

Cienfuegos é atacado por alguém que lhe coloca a faca no pescoço, era uma formosa rapariga chamada Agustina, que confundiu a Cienfuegos com um componente do exército francês.

Estes se apaixonam repentinamente. Mas Agustina vai seguir-se lutando por seu cuidem e Cienfuegos nos dias seguintes busca-a na Posada das Almas onde era cliente frequente.

Em um dia se consiguer ver e desde então já não se separassem mais.

Uma vez desmontado e carregado o retábulo.

A escuadra leva a cabo sua missão de disparar contra os Franceses desde o alto da torre de Santa María a Maior despistando ao exército e deixando livre a saída da cuidem com o retábulo carregado.Depois de uma pequena guerrilha saem da cidade. E chega a seu destino.

A torre é presa fogo com parte da escuadra dentro, por culpa de um traidor, Lafour que até então era um Francês químico da escuadra. Um homem morre ao sair da torre em chamas.

A escuadra ao terminar o encarrego fica a lutar a favor do povo Zaragozano que com menos médios que o Francês faz frente a uma guerra, mediante o esforço de seus cidadãos, que lutam como podem ao não ser uns guerreiros, senão cidadãos.

Sidonia vai matar a Lafour, ao acampamento Francês e é descoberto por Napoleón que mata a Lafour e propõe a Sidonia que busque a fundição dos canhões.

Sidonia visita outra vez a fundição de Urrea, do conde Aranda. E graças a um louco conseguem averiguar a origem dos canhões.

Toda a escuadra regressa a Veneza todos exceto ciefuegos e outro membro mais porque encontram o amor junto de Agustina e María, #garçom do mesón do Rasal.

O povo de Zaragoza consegue aguentar ante os efeitos de um grande exercito como o era a França que conquisto parte da Europa.

3.

Biografias:

José Rebolledo de Palafox e Melci, duque de Zaragoza, (Zaragoza, 1776 — Madri, 15 de fevereiro de 1847) foi um militar espanhol.

Procedente de família nobre e educado no corte espanhola, pertencia ao corpo de Reais Guardas de Corps desde 1792. Ao estourar a Guerra da Independência em 1808, Palafox já era brigadier e acompanhou a Fernando VII a Bayona. Após tentar infrutiferamente junto de outros preparar a fugida de Fernando VII, fugiu a Espanha e depois de um curto período de retiro, se situou à cabeça da resistência aragonesa. O 25 de maio de 1808 foi proclamado pelo povo como governador de Zaragoza e capitão geral de Aragão.

Apesar da falta de dinheiro e tropas regulares, não perdeu tempo e declarou a guerra a França, cujas tropas já invadia os territórios vizinhos de Catalunha e Navarra. O ataque das tropas francesas não se fez esperar e assim começaram os sítios de Zaragoza

Zaragoza, como cidade fortificada, tinha defesas antiquadas e escassas e tinha pouca munição e vituallas. As defesas resistiram, mas pouco tempo. No entanto, foi partir desse momento que começou a resistência. Em uma semana de lutas de rua fez às tropas asaltantes senhoras em media cidade, mas o irmão de Palafox conseguiu forçar sua entrada na cidade com 3000 homens. Estimulados pelos telefonemas de Palafox e os implacáveis e resolvidos demagogos que lideravam ao povo, os habitantes decidiram resitir metro a metro a tomada dos bairros que ficavam em seu poder. A idéia era retirar ao bairro do Arrabalde, ao outro lado do Ebro, se fosse necessário, destruindo a ponte em caso extremo. A luta, que se estendeu mais nove dias, resultou na retirada das tropas francesas o 14 de agosto, depois de um assédio que durava 61 dias ao todo.

Palafox tentou aproveitar a situação e realizou uma curta campanha a campo aberto. Mas quando o exército do próprio Napoleón entrou em Espanha e derrotou a um exército depois de outro, Palafox se viu obrigado a se retirar a Zaragoza.

Em Zaragoza sofreu um segundo assédio ainda mais memorable que o primeiro. O assédio terminou depois de três meses com a queda de Zaragoza em mãos francesas. A cidade caía por cessação de resistência já que encontrava-se em ruínas e a luta e as doenças reduzia a menos de a metade à população. A capitulação realizou-se com a oposição de Palafox, que se encontrava doente.

Depois do assédio sofreu prisão na França, em Vincennes, e não pôde regressar a Espanha até dezembro de 1813 com a assinatura do tratado de Valençay. Em junho de 1814 foi restaurado em suas funções como capitão geral de Aragão, mas se retirou pouco depois e deixou de participar na vida pública.

4.

De 1820 a 1823 Fernando VII nomeou-lhe comandante da Guarda Real, mas mais tarde tirou-lhe todas suas honras e cargos por suas simpatias com os liberais. Palafox manteve-se retirado muitos anos.

María Cristina de Borbón nomeou-lhe duque de Zaragoza. A partir de 1836 tomou parte de novo nos assuntos militares e políticos como capitão geral de Aragão e senador.

Agustina Raimunda "Agustina de Aragão" (1786 Barcelona -1857 Ceuta) foi uma heróica defensora de Zaragoza durante os Sítios, na Guerra da Independência Espanhola.

Discute-se se Agustina nasceu em Reus, província de Tarragona ou em outros locais, mas abunda a bibliografia aragonesa recente que localiza seu nascimento em 1786 na catalã cidade de Barcelona, concretamente no bairro da Ribera, na rua de Sombrerers. Filha de Francisco Ramón Zaragoza Labastida e de Raimunda Doménech Gasull, foi batizada o 6 de março de 1786 na igreja de Santa María do Mar de Barcelona, contígua à rua onde nasceu.

Agustina casou-se aos 16 anos com Juan Rocha Vilaseca, cabo de artilharia, o 17 de abril de 1803. Leste participou desde o princípio na Guerra da Independência Espanhola, estando na batalha do Bruc. Os acontecimentos da guerra levaram-no a ele e a Agustina a Zaragoza.

'1808: Los cañones de Zaragoza; Fernando Lalana y José María Almárcegui'

Durante o assédio de Zaragoza, Agustina levou a cabo a ação heróica que a fez célebre. Depois de haver caído feridos ou morridos todos os defensores da porta chamada do Portillo, as tropas francesas se aprestaron a tomar ao assalto. A situação era desesperada e então Agustina, que fazia parte de um grupo de mulheres que atendia aos numerosos feridos, conseguiu disparar um canhão sobre as tropas francesas que corriam sobre a entrada aparentemente indefesa. Os asaltantes franceses, temendo uma emboscada, bateram-se em retirada e novos defensores foram a tampar o boquete, defendendo-se a cidade uma vez mais. Agustina de Aragão morreu em Ceuta, o 20 de maio de 1856, aos 71 anos de idade. Até 1870 não foram transladados seus restos a Zaragoza, descansando primeiro no Pilar e, desde o 14 de junho de 1908, na capela da Anunciación da Igreja de Nossa Senhora do Portillo, onde são venerados como os de uma grande heroína que com valor e decisão repelió as adversidades e venceu ao inimigo. Considera-lha como um dos símbolos mais representativos da resistência espanhola contra os invasores napoleónicos.

5.

Opinião pessoal:

Pareceu-me um livro muito interessante, já que de um livro que trata temas históricos, se lhe atribui um verdadeiro aburrimiento, não atrai tanto como outros tipos de livros,

Mas pouco a pouco que vai lendo a obra, vê que narram os acontecimentos bélicos de uma maneira muito amena.

Aprendendo um pouco mais sobre o passado, nossa cuidem, suas gentes, a zona…

Mas também acrescentando ação fora da cena bélica, amor, amizade…

Este livro trata muito bem o tema da resistência de Zaragoza. E dá grande importância a isso.

Embora às vezes parecia-me que tinha demasiada descrição,

E os nomes das personagens confundiam-me um pouco.

Mas de modo geral é um livro positivo.

Após ter-mo lido recomendaria para ler porque é um livro bonito. E que sua leitura fosse lenta para entender todo à perfeição já que é um livro detallista.

6.

Anexo

Localização dos sítios do livro na realidade da página 242

'1808: Los cañones de Zaragoza; Fernando Lalana y José María Almárcegui'

  • Porta de Santa Engracia

  • Por onde entram os Franceses, primeira cena de guerra.

  • Forte de San José

  • 7.