1984; George Orwell. Piratas e Companhia; Jose María Guelbenzu

Literatura universal contemporânea. Século XX. Novela. Grande irmão. Tema Argumento. Estrutura

  • Enviado por: Isa
  • País: Espanha Espanha
  • 5 páginas
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Grande Irmão

TEMA:

O faz uma crítica sobre os tempos que correm, que os classifica de extrema vulgaridad, como o interesse geral se centra nos pequenos problemas de pessoas como nós mesmos.

RESUMO:

A existência de programas como Grande Irmão, produz o debate sobre se é ou não moralmente lícito, ou simplesmente exhibicionismo o que parece como novidade, e tão só é o resultado do que leva fazendo durante muito tempo a imprensa do coração.

A melhoria do nível de vida não se vê correspondida com a melhoria do nível cultural de modo geral. O que é a curiosidade não se esta aplicando ao conhecimento, senão que se centra em pequenos problemas de pessoas como qualquer outro.

ESTRUTURA EXTERNA:

- ESQUEMA DE IDÉIAS:

1.- A chegada de um programa televisivo dispõe o debate de se é ou não moralmente lícito ou simplesmente exhibicionismo.

  • Dito programa televisivo segue uma estratégia perfeitamente preparada

  • 2.- O que parece simplesmente uma novidade, não é mais que o caldo de cultivo do que leva a imprensa do coração durante anos.

  • “a que vem esse morbo médio escandaloso e o questionamento moralista de um programa de televisão que destapa a intimidem de umas gentes normais e correntes quando a imprensa, os programas e os profissionais do coração levam fazendo semana depois de semana com toda naturalidade?”.

  • 3.- Os tempos que correm são de extrema vulgaridad, não indo acompanhada a melhoria de nível de vida com a melhoria de nível cultural.

    4.- A curiosidade não se esta aplicando ao conhecimento, senão ao morbo de ver a pessoas como nós com problemas tão pequenos como os nossos.

    4.1 Assim o Mundo se converte em um pequeno mundo onde não há nada para além que possa acordar a curiosidade geral.

    - ESTRUTURA:

    Podemos situar a introdução desde o princípio do texto até o primeiro ponto (“…sentir-se alguém.”). A partir daí, até a quarta alínea incluída, diríamos que o autor nos desenvolve o tema do texto, nos dando exemplos e expondo sua postura em frente ao tema. Por último, o resto do texto, que é a conclusão à que Guelbenzu nos quer fazer chegar e nos convencer. A estrutura do não coincide com a estrutura das alíneas.

    - TEXTO EXPOSITIVO-ARGUMENTATIVO:

    O texto é expositivo-argumentativo. Forma a parte expositiva a informação que o autor nos dá sobre a chegada de um novo programa televisivo procedente das televisões de outros países, que acorda um grande debate moral sobre se é lícito, ou puramente exhibicionismo. O resto do texto é a argumentação. Como em toda argumentação distinguimos:

    - TESE. Os tempos que correm são de extrema vulgaridad, e o que quer mostrar é que a melhoria de vida não vai acompanhada de uma melhoria cultural, senão ao invés.

    - ARGUMENTOS.

    a) analogias e exemplos: linha.19 - linha.23. linha.6 - linha.10

    b) citas: linha.38 - linha.40

    c) experiência pessoal: linha.8 - linha.10

    - A argumentação fecha-se com uma conclusão: (linha.37 - linha.38) “Desta maneira o círculo da vulgaridad fecha-se à perfeição: o Mundo converte-se no pequeno mundo da cada um e nada há para além que possa acordar a curiosidade geral.

    - ESTRUTURA DA ARGUMENTAÇÃO. Por encontrar-se a tese ao final do texto, dizemos que a estrutura da argumentação é sintetizante.

    Piratas e Companhia.

    TEMA:

    Guelbenzu faz uma crítica ao consumidor de produtos piratas, tentando consciencizar-nos/consciencizá-nos de que com a pirataria tão só contribuímos a um sistema ainda mais explorador e capitalista que o estabelecido.

    RESUMO:

    Dispararam-se os alarmes em Espanha pela venda de produtos piratas, que se esta fazendo com uma grande parte dos benefícios no setor das discográficas. A favor da pirataria, levantaram-se vozes antisistema e falsos compassivos, que vêem a pirataria como um modo de sobreviver para aqueles que vivem desabrigados, imigrantes e marginados, ou tão só pelo simples fato de ver como as grandes empresas perdem uma importante parte de seus benefícios. Mas não sabem que com a pirataria estão contribuindo a um sistema bem mais capitalista que o estabelecido, e que tão só se move pela busca de benefícios, masificando a exploração daqueles que trabalham para eles.

    ESTRUTURA EXTERNA:

    - ESQUEMA DE IDÉIAS:

    1.- Neste ano dispararam-se os alarmes em Espanha porque a pirataria está-se fazendo com uma parte muito respetable do dinheiro que gera o negócio de venda de numerosos produtos.

  • As perdidas calculam-se em milhares de milhões.

  • No mundo do livro, o uso abusivo das xérox se venia denunciando faz tempo, mas não gerava um total de vendas como pára que cundiese o alarme.

  • 2.- Levantaram-se as vozes antisistema e os falsos compassivos.

  • Da mesma maneira que nos velhos tempos se justificava o roubo de livros nas livrarias, agora com a pirataria argumentam que permite sobreviver a muito desabrigado.

  • Antigamente os livreiros negavam-se a denunciar aos ladrões, porque depois passava à polícia franquista, o qual considerava com um regime ditatorial. Como consequência muitos livreiros tiveram que fechar porque não podiam suportar a em massa furta de livros.

  • 3.- As vozes antisistema dividem-se entre a defesa do vendedor de rua e o regozijo de ver às grandes, médias e grandes empresas suportar uma furta cesante que lhes tira os benefícios.

    3.1 Os imigrantes, marginados e parados sabemos que não sabem fabricar cedés nem tecer fulares, portanto é fácil concluir que existe detrás uma indústria perfeitamente organizada.

    4.- Os antisistema passam com frequência de Guatemala a Guatapeor, e os consumidores de artigos piratas só buscam consumir mais pelo mesmo preço, contribuindo a sustentar uma situação de exploração muito pior que o do capitalismo estabelecido.

    4.1 Os piratas são a cara mais feroz de um sistema que está demasiado arraigado à busca do benefício.

    - ESTRUTURA:

    Podemos situar a introdução em todo o primeiro alínea, que nos apresenta a situação atual da pirataria. A partir de segunda alínea, até a quinta alínea incluída, diríamos que o autor nos desenvolve o tema do texto, nos dando exemplos e expondo sua postura em frente ao tema. Por último, o resto do texto (última alínea), é a conclusão à que Guelbenzu nos quer fazer chegar e nos convencer. A estrutura do não coincide com a estrutura das alíneas.

    - TEXTO EXPOSITIVO-ARGUMENTATIVO:

    O texto é expositivo-argumentativo. Forma a parte expositiva a informação que o autor nos dá sobre o estado da pirataria em Espanha, e como se levantaram vozes a favor desta. O resto do texto é a argumentação. Como em toda argumentação distinguimos:

    - TESE: Aquelas pessoas que se manifestaram na contramão do sistema, podem ser dividido em dois grupos; aqueles que pensam que é uma maneira de sobreviver os imigrantes e marginados; e aqueles outros que tão só buscam o regozijo de ver às grandes empresas como perdem uma grande parte de seus rendimentos por culpa da pirataria.

    - ARGUMENTOS.

    a) analogias e exemplos: linha.17 - linha.14. linha.6 - linha.16

    b) dados e estatísticas: linha 12 - linha 14

    c) experiência pessoal: linha.20 - linha.25

    - A argumentação fecha-se com uma conclusão: (última alínea) “Os antisistema…” até “…pior final de todos os possíveis.”

    - ESTRUTURA DA ARGUMENTAÇÃO. Por encontrar-se a tese ao final do texto, dizemos que a estrutura da argumentação é sintetizante.

    A dor dos meninos.

    TEMA:

    Guelbenzu faz uma reflexão sobre os maltratos aos meninos. Muita gente pensa que se dá nas classes baixas por sua falta de cultura e educação, mas Guelbenzu corrobora que se trata mais de um problema de uma má aprendizagem de convivência na sociedade.

    RESUMO:

    Os meninos têm a seus pais como a única proteção ante as ameaças que se enfrenta, embora estes os danem. Constantemente chega-nos informação dos abusos a meninos, tanta que causa um efeito de aceitação na sociedade. Os meninos maltratados são débis e frágeis, o que dá a entender que se trata de um extremo de impotência, e não de classes, já que se dá tanto nas baixas como altas classes da sociedade.

    ESTRUTURA EXTERNA:

    - ESQUEMA DE IDÉIAS:

    1.- Para um menino os pais são o mundo e quem ordenam-lhe o mundo.

  • Não concebem outro afeto, proteção e entendimento que o de seus pais

  • 2.- A capacidade de acomodação de um menino é bem mais superior à de qualquer adulto

  • Os meninos não têm defesa ante qualquer abuso e seu único impulso é tentar se refugiar em quem lhes dana embora lhe dane.

  • 3.- Hoje vivemos em um mundo civilizado no que a pedagogia infantil se encontra muito desenvolvida em comparação com outras épocas.

    3.1 O protagonista da novela A peste fez famosa a afirmação de que neste mundo podia o suportar todo menos o sofrimento dos inocentes, os meninos.

    4.- Hoje existe uma informação tão constante que chega a ter um efeito de anestesiar a consciência da sociedade

    4.1 Tanta informação chega a atuar como uma desinformación, até considerar os maltratos como um mau @endémico com o que se convive.

    5.- Os meninos maltratados pelos adultos são débis, frágeis e só sobrevivem os mais resistentes ao castigo.

    5.1 Os meninos são privados do pacto social estabelecido na sociedade de neutralizar os abusos e a violência.

    6.- O maltrato não é um problema de classes.

    6.1 A crueldade com um menino, o mais débil, é um fenômeno que se dá desde o mais baixo até a classe mais alta na escala social.

    6.2 O maltrato dos meninos é ainda pior que a peste porque provem de uma malformación moral que não é individual, senão social.

    6.3 O maltrato não é um problema de ignorância, pobreza ou atavismo, senão é só o extremo de pobreza.

    - ESTRUTURA:

    Podemos situar a introdução em todo o primeiro alínea, que nos conta um caso de um menino maltratado até sua morte. A partir de segunda alínea, até a quarta alínea incluída, diríamos que o autor nos desenvolve o tema do texto, nos mostrando casos de maltratos e quais poderiam ser seu desencadenante. Por último, o resto do texto (última alínea), é a conclusão, com a que Guelbenzu fecha o artigo.

    - TEXTO EXPOSITIVO-ARGUMENTATIVO:

    O texto é expositivo-argumentativo. Forma a parte expositiva a informação que o autor nos dá sobre os casos de maltratos em diferentes sítios, sem importar o nível de classe social. O resto do texto é a argumentação. Como em toda argumentação distinguimos:

    - TESE: O sofrimento dos débis, os meninos, é o sofrimento mais hiriente. O maltrato dos meninos não é questão de classes sociais, senão um extremo de impotência.

    - ARGUMENTOS.

    a) analogias e exemplos: linha.1 - linha.16. linha.35 - linha.36

    b) Citas: linha 40 - linha 41.

    - A argumentação fecha-se com uma conclusão: (última alínea) “Palavras…” até “…não me cole mais.”.

    - ESTRUTURA DA ARGUMENTAÇÃO. Por encontrar-se a tese ao final do texto, dizemos que a estrutura da argumentação é sintetizante.

    INDICE:

    - Comentário de Grande “Irmão” 1 - 2

    - Comentário de Piratas “e Companhia.” 3 - 4

    - Comentário da “dor dos meninos” 5 - 6

    COMENTÁRIOS DE TEXTO DE JOSE MARÍA GUELBENZU

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