1984; George Orwell

Literatura universal contemporânea do século XX. Argumento. Tema

  • Enviado por: Débora Martín
  • País: Espanha Espanha
  • 2 páginas
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G. Orwell, 1984

A história desenvolve-se em um estado totalitario, no que o poder manipula e controla absolutamente todo o que se refere ao povo. A contínua vigilância à que todos são submetidos chega a tal importância que inclusive intervém nos sentimentos e ações mas intimas e primitivas. Para este estado, o mais importante é o poder, com o que tudo é sacrificable para o conseguir.

O “Grande Irmão” é uma figura que intimida, por sua onipresença ao povo, quem vive submetido a um estrito regime e baixo uma mentira; constantemente fala-se da guerra que estão vivendo, das mudanças de aliados e inimigos, mas em realidade tudo é uma farsa, pois o povo se mantém mas unido se acha que luta contra o mesmo inimigo. O objetivo da guerra não é conseguir poder e territórios, devem destruir o individualismo para conseguir uma sociedade obediente, sem recursos, para manter assim seu poder.

Suas vidas estão envolvidas de miséria e monotonia, baixo a influência de seu líder e bombardeados de absurdas notícias com um sentido subliminal ou rigorosos controles sobre pessoas e existências. Todos seus pertences (casas, comida, objetos pessoais,...) fornece-lhas o sistema. Tão só uma pequena parte da população, os chefes dos partidos políticos e cargos semelhantes, têm uma vida um pouco mais acomodada.

Todos os partidos políticos defendem a mesma ideologia. Desde pequenos estan ensinados dessa maneira, e poderíamos comparar os adolescentes desta sociedade com as juventudes hitlerianas. Estão submetidos tem uma mudança total de mentalidade, inclusive o vocabulário este estipulado. Devem ser passivos e obedientes ao “Grande irmão” (exemplo disso é a incapacidade de decisão própria, as telepantallas e o saúdo que devem fazer quando aparece seu líder), quem quer uma sociedade em bloco, apartada do individualismo; o sexo está proibido (a reprodução leva-se a cabo mediante “meninos tubo de ensaio”), pois se conseguem separar ao homem de sua família e anular os sentimentos, conseguissem que só sejam leais ao partido.

Toda desobediencia do estipulado se condena baixo “o crime mental”; incumprir as normas tem como consequência uma horrível tortura, depois da qual tentam “lhes lavar o cérebro” e tão só lhes fica a esperança de um fusilamiento rápido. Os condenados a isto, aparecem pelas telepantallas como grandes delinquentes ou presos inimigos, lhes fazem se acusar de crimenes e delitos que não cometeram, e sustentar assim a mentira sobre a guerra. Suas torturas e mortes são um grande espetáculo para o povo.

Winston Smith aparece como símbolo da rebelião contra o poder político. Seu relacionamento com essa garota desafia as leis, pois além de sexo, há sentimentos.

Deseja manter a essência do homem, que tanta insistência em destruir tem o Estado. Para ele a verdade é a liberdade, poder decidir, falar. Acha que a união do proletariado salvasse ao povo do cruel sistema no que estão obrigados a viver; mas à medida que o relato avança, cansa-se deste desafio à autoridade, que mas tarde somente lhe causará dor.

Na conversa que mantêm enquanto Winston é torturado por seu suposto delito, se nos desvelam muitos detalhes sobre o funcionamento e os objetivos desta sociedade. Não desejam que façam as coisas para deixar de sofrer, querem que os indivíduos criam realmente o mesmo que “O Grande Irmão”. É então quando aparece esta frase: “só se demonstra a superioridade sobre outro homem infrinjiéndole dor”.

Ele mantém seus ideais, e embora sua parceira lhe traiu e ele a sido brutalmente torturado, não acaba aceitado acríticamente o que lhe impõem, tão só lhe fica esperar sua morte.

A seguir, introduzo a modo de adendo certas frases que considero muito interessante.

A guerra é a paz; a liberdade é a escravatura; a ignorância é a força.

Para o futuro ou para o passado; para a época na que possa ser pensado livremente, em que os homens sejam diferentes os uns dos outros e não vivam solitários... Para quando a verdade exista e o que se tenha feito não possa ser desfeito.

O crimental (crime da mente) não implica a morte; é crimental é a morte mesma.

Até que não tenham consciência de sua força, não se rebelassem, e até após se ter rebelado, não serão conscientes.

A liberdade é poder dizer livremente que 2 e 2 são 4. Se concede-se isto, todo o demais virá por seus passos contados.