1984; George Orwell

Literatura universal contemporânea. Novela. Grande irmão. Argumento

  • Enviado por: Victor Hugo
  • País: México México
  • 3 páginas
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1984 GEORGE ORWELL

Primeiro que nada se dá início com este livro asiendo menção que o mundo está dividido em três grandes potências: Oceania, Euro Ásia e Ásia Oriental. Todas elas estão em guerra. Mas não é tão importante a guerra entre as nações como a que há dentro da cada uma delas.

No interior da Oceania que compreende o Canadá, América e As Ilhas Britânicas, a sociedade e o poder estão divididos de uma forma hierárquica e incuestionable. Há um só partido político que o dirige tudo: as leis, o comércio, os postos de trabalho, inclusive a vida das pessoas.

Já ninguém tem intimidem, tudo está controlado por telepantallas e microfones dos que ninguém, absolutamente ninguém pode ser livrado. Não há liberdade de ações, nem sequer de pensamento, já que todo aquilo que se considere que está na contramão da moral ou doutrina do Partido é chamado crime mental e é castigado com a pena de morte.

Manejam-se certos aspetos parece-se muito à vida atual controlada a por telepantallas como acontece hoje em dia em locais já seja com microfones ocultos, e a já vista hoje em dia as câmeras ocultas, e todo tipo de extorsões que acontecem dia-a-dia na cidade.

Em minha opinião muito particular George Orwell descreve-o de uma maneira cruel o acontecido. O não poder desfrutar da liberdade, já não só de ações, senão de pensamentos, é algo que temos de evitar que aconteça a toda costa. Onde a cada pessoa tem uma moral, uma forma de ver a vida, própria dela, e não se lhe pode impor porque não só se está violando um direito, senão que se está eliminando a perfeição da própria vida.

Outro aspeto tão espantoso como o anterior é tentar eliminar o amor e substituir pelo ódio. Segundo que o partido não só não deve existir que o amor de casal, senão que também não tem que o ter entre pessoas de uma mesma família.

Posteriormente aos meninos ensina-se-lhes a ser informadores, a denunciar a seus pais e avôs. No jornal, sempre saem notícias de meninos tratados como heróis por haver avisado à Polícia do Pensamento de que seus pais cometeram um crime mental, a maioria de vezes inventado pelos próprios filhos para ser famosos. Um mundo no que os meninos recebem essa educação, segundo em meu critério penso que se está buscando seu próprio fim, já que tanta maldade não pode durar.

Uma coisa incrível é a tortura à que submetem a Winston e a Julia, ao igual que a muitos outros.

Resulta difícil assimilar que exista uma sociedade com semelhante número de doentes mentais que a dirijam, que todos lhes façam caso e que em cima sejam tão crueis como para maltratar a pessoas com o fim de convencer da doutrina do Grande Irmão para depois as assassinar.

Outra coisa a criticar do comportamento do Partido deste livro é a manipulação dos documentos históricos. Segundo este quem controla o presente controla o passado, quem controla o passado controla o futuro. E graças a isto se crêem em seu direito de modificar a história a seu desejo. Que gênero de história é uma que não conta o que aconteceu realmente. Modificá-la não têm nenhum sentido, já que no momento em que se faz deixa do ser.

Outra coisa que me chama a atenção são as grandes brechas de cor nos que queimam todos os papéis para que não fique nenhuma prova de que se estão inventando toda a história.

Mas esse feito com que ocorre no livro convida-te a que teu também entre na dúvida de se no mundo atual acontece o meu mesmo, já que há grande quantidade de dados que desconhecemos, e se te dão um dado falsificado provavelmente to ache já que desconhece o verdadeiro. Isso me faz chegar à conclusão de que quanto mais formada está uma pessoa e mais culta é mais dificilmente pode ser manipulada.

O Partido emprega diversos coartadas mentais para dominar ao povo, um deles é o duplo pensar. É uma forma de fazer com que não tenha uma idéia concreta de nada, senão que teu cérebro admita como correto o que em um momento determinado diga o Partido, e se depois este te diz o contrário teu pensará que a nova informação era também a passada apagando esta de tua mente.

Outra técnica que emprega o partido para dominar é a utilização de um idioma oficial e exclusivo para a Oceania chamado um neolengua. Esta vai eliminando pouco a pouco grande número de palavras, se combinando com um vocabulário e muito menos rico e mais vulgar, no que palavras que não interessam ficando suprimidas.

Desta forma ao estar ausentes no vocabulário de qualquer pessoa também o estarão pouco a pouco de sua mente. Em minha opinião isto não é um progresso senão uma involución, já que se está retrocedendo a uma linguagem mais primitiva que o atual, o qual é um erro.

E realmente ao partido o que realmente lhe convém ao partido são uma espécie de homem mecânico que não pensem, que só atuem como se lhe ordene. Às pessoas inteligentes que estão a acima da média em qualquer aspeto de sua vida se lhes elimina, inclusive se são proles já que estes representam uma ameaça para este tipo de sociedade.

E isso é todo o contrário de em o que deveria ser feito, já que é bom que tenha gente inteligente para poder progredir. Outra referência curiosa é que o Partido não quer mais progressos. Os cientistas e inventores não interessam, não se lhes quer. Com o que têm já é suficiente para dominar ao mundo.