Análise de um negócio

Factibilidad de investimento. Custo de instalação de um criadero de champinhons. Insumos

  • Enviado por: Andemass
  • País: Espanha Espanha
  • 42 páginas
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INTRODUÇÃO

O presente trabalho tem por objetivo a análise de factibilidad de investimento de uma planta de produção de fungos comestibles para determinar em forma preliminar, a conveniência ou não de levar a cabo o projeto de negócio.

Cultivar fungos comestibles de maneira rentável é difícil, como é necessário dispor de equipes adequados para o bom funcionamento da planta de produção de champinhons, além da experiência e da prestação de adequada assessoria.

Os resultados que se desprendem dele são uma consequência dos supostos que se adotaram sobre preços, rendimento, volume e taxa de crescimento da demanda, possibilidades de concorrer e outros.

Estes supostos foram analisados na atualidade e estão sujeitos a variações, seja pelo tempo decorrido, por mudanças em alguns dados básicos recolhidos ou porque surgem outros antecedentes.

Os preços considerados para o estudo são os vigentes à data de preparação do mesmo.

A análise de factibilidad técnico tem por finalidade quantificar com relativa exatidão o monto do investimento requerido. Qualquer alternativa tecnológica melhor que a utilizada não faz mais que abundar em benefício do estudo.

Uma definição definitiva de investimento dependerá dos resultados do estudo, da realidade da cada interessado e em coações precisasse da #aprofundamento em alguns de seus aspetos.

Assim mesmo, sua implementação e posta em marcha requererá, de uma assistência técnica especifica.

Para desenvolver o projeto de negócio desenvolvo-se o estudo do fungo comestible ou champinhom do tipo ( Agaricus bisporus ), conhecer de seus métodos de cultivo e produção, requisitos, seu mercado, expectativas atuais e potenciais e de modo geral toda a informação que respeita a este tema.

  • OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO

  • PROJETO : PRODUCCION DE FUNGOS COMESTIBLES

    PERFIL DE INVERSION

    O projeto do negócio consiste na instalação (produção contínua) de um cultivo artificial de fungos comestibles (champinhons), para uma produção de aproximadamente 100 kilogramos deste produto ao dia, vale dizer de ao redor de 3000 kilogramos mensais para satisfazer a necessidade de um mercado composto essencialmente por supermercados e restaurantes do país.

  • OBJETIVOS

  • OBJETIVOS GERAIS

    O objetivo general do presente estudo é analisar e quantificar as variáveis mais relevantes, que incidem na factibilidad técnica - econômica de um investimento para produzir fungos comestibles cultivados (champinhons) na região metropolitana do país, para o qual se identificam os aspetos técnicos, econômicos e de mercados que incidem nele. A análise da cada variável, mais a qualificação da oferta e demanda, que nos permite entregar uma visão geral do desenvolvimento completo do projeto.

    OBJETIVOS PARTICULARES

  • Descrever um aspeto geral dos fungos comestibles, tanto de sua história, botânica classificação, biologia, multiplicação e outras variedades.

  • Analisar a matéria prima, o Champinhom Agaricus Bisporus e dos insumos de cultivo.

  • Descrição dos aspetos tecnológicos de cultivo.

  • Análise do mercado nacional e internacional do champinhom.

  • Propor um projeto para cultivar fungos comestibles “Champinhons”.

  • Avaliação do projeto negocio através dos indicadores V.A.N , T.I.R e fluxos netos.

  • 3.- GENERALIDADES DOS FUNGOS

    HISTÓRIA

    Os cogumelos ou fungos existiam em épocas muito remotas. Encontraram-se impressões em fragmentos de madeira que datam de uma época anterior ao aparecimento do homem. Ademais, identificaram-se signos claros de laminas em camadas terciárias, confirmando que, os fungos existem na terra faz séculos.

    Hipocrates, já ao redor dos anos 470 - 400 AC os mencionava por suas propriedades medicinais e os gregos, durante seu império, eram grandes consumidores, aos que chamavam alimento dos deuses pois lhe atribuíam a propriedade de prolongar a vida. Os egípcios também se referiam a eles como plantas da imortalidade, nos tempos dos imperadores romanos, a comercialização dos cogumelos comestibles se regia por leis. Mas, muitas pessoas temiam-lhe à idéia de consumí-las, já que entre as espécies silvestres existiam umas menos saborosas, pouco comestibles, e inclusive algumas venenosas.

    Na idade média, 1196-1280, Alberto Magno assinalava que não eram plantas, senão que exhalaciones da terra, e por isto frágeis, perecíveis e de curta vida.

    Faz uns trezentos anos, na França descobre-se como cultivar fungos a fins do século XVII, se desenvolvo um método em que o estiércol de cavalo se tratava e se cultivava ali o micelio dos cogumelos silvestres. De fato foi um francês da localidade de Tournefort quem escreveu a primeira descrição conhecida para cultivar cogumelos, a que foi publicada em Paris no ano 1707. O método descrito é muito similar ao usado na atualidade, do qual só se fizeram mudanças radicais só faz sessenta anos.

    Para 1905 desenvolvo-se um método para produzir micelio puro de tecidos de cogumelos, este método foi explodido imediatamente, já que os americanos viram a possibilidade de selecionar e garantir uma espécie determinada de fungos comestibles, desde então, o cultivo começou a desenvolver na indústria que é hoje.

    Na atualidade pode ser distinguido por médio da ciência ao redor de cem mil espécies carnosas muitas das quais se distinguem por sua grato sabor, atraente cor e forma bonita. Estas espécies são eleitas como alimento proteico, de qualidade e que não ocasiona resíduos poluentes, conformando assim parte da dieta alimentícia em muitos países.

    BOTANICA

    Os fungos são plantas criptogamas pertencente ao tipo da talófitas diferenciando das algas por carecer de clorofila. Por isto, não podem formar hidratos de carbono através do anhidrido carbonico conteúdo na atmosfera, devendo o tomar de complexas combinações orgânicas, já sejam vegetais ou animais, vivos ou morridos. Quando os fungos tomam as substâncias orgânicas que precisam de um ser vivo se lhes denomina parasitas, e se o substrato carece de vida se lhes denominam saprofitos.

    Os fungos podem viver em câmeras, grutas, bosques frondosos, nos que não penetram as radiações solares, em termos gerais se caraterizam por viver em ausência da luz e não realizar a fotossíntese.

    Na natureza os fungos desenvolvem uma tarefa de vital importância na ecossistema, já que em seu desenvolvimento podem utilizar como alimentos restos orgânicos sem valor desintegrándolo até o reduzir em produto inorgânico, como salgue minerais, anidrido carbônico, água, etc. Esta ação destruidora fundamenta a associação simbiótica que estabelecem os fungos com as algas para formar os líquenes, a esta união o fungo contribui a ação desintegradora (nutrição heterotrafa) e a alga reconstrói a substância orgânica (nutrição autótrofa), fechando o ciclo graças à função da clorofila.

    Outra caraterística dos fungos e comum a todas as talófitas é que está formado por um conjunto de células semelhantes e indeferenciadas e ser incapazes de formar tecidos. Levando à conclusão de considerá-los uma massa celular ou falso tecido, denominado micelio.

    ESTRUTURA DE UM FUNGO

    SOMBRERO, Ou PILEO

    Distingue-se por estar coberto com uma cutícula de diversas cores, e caraterísticas, podendo apresentar manchas, estrias ou motas dependendo das condições climáticas e do substrato do que se alimenta, é de forma variável igual que sua consistência.

    Na parte inferior e às vezes na superior encontra o himenóforo (himenio) conjunto de órgãos reprodutores (ascos ou basidios), onde se geram as esporas ou sementes. O hinóforo apresentam diversas formas que caraterizam as diversas espécies.

    As Agaricaceas apresentam o himenóforo em forma de laminillas ou lambe-as, as poliporáceas em forma de cano ou poro, as himidaceas em forma de agulhas ou papilas, a morchella em forma de alvéolos e nas clavariáceas encontra-se distribuído em toda a superfície do cogumelo.

    PÉ, PIDICELO Ou ESTIPITE

    Leste pode ser central ou excêntrico, de aspeto e cor igual ou diferente ao do sombrerillo. Por sua forma pode ser cilíndrico e mais ou menos longo ou muito curto e globoso.

    Os cogumelos que carecem de pé se denominam sésseis. A consistência da carne tem a mesma caraterística que o sombrerillo, sendo o pé com frequência oco, os restos dos invólucros das formas juvenis dos cogumelos ficam ao se desenvolver o fungo em forma de Volva “ou Anel”. No caso do anel deve ser tido em conta sua consistência, seu tamanho, cor e a aderência ao pé, e no caso da volva, sua forma, tamanho, cor e consistência.

    CLASIFICACION

    Os fungos dividem-se em quatro categorias ou grupos principais, de acordo com sua forma ou biologia:

    FICOMICETES

    Caraterizam-se por apresentar um micelio contínuo.

    ASCOMICETES

    Caraterizam-se por apresentar um estado perfeito ou asca , isto é a divisão do núcleo diploide, tem local em uma célula mãe em cujo interior nascem as esporas.

    BASIDIOMICETES

    Também apresentam um estado perfeito, mas com formação de esporas sobre a parede externa da célula mãe ou basidio.

    FUNGOS IMPERFECTOS

    O estado deste carece de perfeição e não se conhece deles uma subdivisión temporária.

    Os fungos comestibles e venenosos pertencem exclusivamente aos Ascomicetes e Basidiomicetes. Em conjunto denomina-se-lhes comummente fungos superiores.

    Os Ascomicetes e Basidiomicetes caraterizam-se por ter corpos fructíferos que possuem laminas radiais, que se denominam laminillas ou poros verticais, ou canos que ficam por embaixo do corpo fructífero, ou se este é delgado de forma auricular e gelatinosa, com esporas que nunca se descarregam visivelmente fora da superfície aparentando pó, e sem que se forme no interior um corpo fructífero, assim temos indubitavelmente um Basidiomiceto. Por outra parte se a totalidade da superfície esta extensa e ásperamente acostillada e alveolada, ou obstruida com verrugas piramidales, ou mais suaves com esporas descarregando-se em forma de nuvens de pó microscópicamente visíveis, então estamos em presença de um Ascomiceto.

    Entre os Basidiomicetes, diferenciamos entre uma classe de fungos parasitas das folhas das plantas e dos verdadeiros Basidiomicetes superiores. Destes se distinguem os holobasidiales grupo que reviu maior interesse pelos ordene e famílias que o integram.

    BIOLOGIA

    Os fungos ao ter capacidade para viver sobre qualquer substância orgânica, pode fazer uso de substratos tais como: matéria orgânica, madeira viva ou morta, estiércol, pão, alimentos de modo geral, sabão, ossos, pescados, etc. Segundo o substrato que utilize a espécie que se cultiva para o consumo humano pode ser classificado de acordo ao local natural onde cresce e vive, nos seguintes grupos:

  • Fungos Saprofitos ou Simbióticos

  • Fungos Lignicolas

  • Fungos Coprofilos

  • Fungos Parasitas

  • MULTIPLICACION

    Os fungos reproduzem-se sexualmente por médio de esporas, em forma direta (autoreproducción) ou indireta (colheita e semeia de esporas), as esporas são verdadeiras sementes microscópicas que se apreciam em forma de polvillo, sua cor pode ser branca, negro, rosado ou ocre.

    A primeira vista, ao observá-las parecem ser idênticas mas em realidade umas têm caráter masculino e outras feminino. A cada uma delas se desenvolve dando origem a um filamento de numerosas células chamadas hifas ou micelio primário, um micelio primário masculino sócio a um feminino dá origem a um micelio secundário, isto é a uma nova planta fúngica, se produzindo novos frutos, os quais estão em condições de perpetuar a espécie mediante uma nova disseminação de esporas e assim sucessivamente se reinicia este ciclo germinativo e generativo invariavelmente em todas e a cada uma das espécies.

    ANALISIS DA MATÉRIA PRIMA

    ESTRUTURAS E FUNÇÕES FISIOLOGICAS

    O champinhom Agaricus Bisporus (Lange) pertence como a maioria dos fungos perfeitos, ao grupo dos Basidiomicetos, existem duas variedades: Albidus e Avellaneus, champinhom branco e champinhom loiro (ou creme). Como seu nome o indica (bisporus), se trata de uma forma excecional de duas esporas, já que a maior parte dos Basidiomicetos, e quase toda a espécie Agaricus tem quatro ou mais esporas sobre a cada basidio.

    A cor branca do micelio deve-se, entre outras causas, ao ar que encerram os pequenos ocos entre filamentos e aos cristais de oxalato cálcico que recobrem o micelio.

    Em certas condições o micelio forma cordões espesos por aglomeração de numerosos filamentos micelianos. Ao final destes cordões aparecem os carpóforos, em forma de pequenas bolas, também chamados grãos ou primordios.

    O desenvolvimento destes grãos dá local aos carpóforos ou champinhons maduros, constituído pelo pé ou pedicelio e pelo sombrerillo. Na maioria dos países se cosechan quando não chegaram a seu total desenvolvimento, isto é quando ainda não estão abertos.

    Diz-se que este aberto quando o véu que protege às laminas baixo o sombrero, este rasgado e permanece como uma gargantilla ao redor do pé alongado e o sombrero estendido e plano.

    O champinhom não possui tegumento, e o tecido delicado pode ser estragado facilmente ao o tocar, bem como por correntes de ar e todo tipo de doenças, esse é o motivo do cuidado na manipulação do produto.

    REPRODUCCION

    Ao igual que todos os fungos, o champinhom se reproduz por médio de esporas. Estas esporas aparecem sobre os Basidios, que se encontram nas laminas, baixo o sombrero. Uma só instância pode produzir milhões de esporas e libertá-las só em uns dias.

    Podem ser recolhido esporas colocando o sombrero de um champinhom totalmente desenvolvido sobre uma folha de papel branco, baixo um sino de cristal ou outro material transparente. Após uns dias, observam-se as esporas que caíram sobre o papel, formando o desenho das laminas.

    A percentagem de germinação das esporas do champinhom é muito pequeno em condições normais.

    As esporas afetadas por vírus parecem germinar mais rápido, podem ser como estão tenham espaços delgados em sua superfície. Podem ser aumentado consideravelmente em percentagem de germinação fazendo-as germinar em um médio de

    agar - agar, onde se tenha desenvolvido micelio de champinhom e que contenha ainda um resíduo gasoso que estimula a germinação.

    VALOR NUTRITIVO

    Os fungos são ricos em vitaminas importantes para o homem. Contêm thiamina (B1 ), Rivoflavina ( B2 ), Piridoxina (B6 ),Ácido Pantoténico , Ácido Nicotínico , Ácido Fólico , todos no complexo de vitamina B , Ácido Escórbico (vitamina C) e Ergosterina

    ( Provitamina D2).

    TABELA N° 1: COMPONENTES DOS FUNGOS

    COMPONENTES % PESO FRESCO % PESO SECO (90% ÁGUA)

    ÁGUA 86 - 90 _

    PROTEINA 20 - 50 _

    HIDRATO DE CARBONO 3 - 6.8 30 - 68

    GORDUROSAS 0.2 - 0.4 2 - 4

    MINERAIS 0.8 - 1 8 - 10

    TABELA N°2 CONTEÚDO DE VITAMINAS EM AGARICUS BISPORUS.

    VITAMINA CONTIDO / 100 GRS. FRESCO

    THIAMINA 0.12 mg

    RIBOFLAVINA 0.52 mg

    AC. ASCORBICO 8.60 mg

    NIACINA 5.85 mg

    AC. PANTOTENICO 2.38 mg

    ERGOSTERINA 0.021 mg

    TABELA N°3 COMPARACION CONTIDO DO SOMBRERO E CAULE

    SUBSTÂNCIA % SOMBRERO % EM CAULE

    PROTEINA 62.15 48.14

    GORDUROSA 2.55 1.31

    FIBRA 7.38 7.25

    CINZA 7.09 6.72

    4.- ESTUDO DE MERCADO

    CULTIVO DE FUNGOS EM NOSSO PAIS

    O cultivo do champinhom em Chile inicia-se no ano 1959 (Arrau,1975). Durante esse período, apesar da abundância de matéria prima em nosso país e a favorável condição ambiental durante a maior parte do ano em várias zonas agrícolas, o desenvolvimento desta indústria foi muito limitado, abrangendo só pequenas indústrias nas cercanias de Santiago, o sucesso delas foi, em muitas ocasiões discreto.

    Para melhorar esta deficiência em nosso país requer-se de implantação de biotecnologia adequada e que concorde com os atuais conhecimentos atingidos neste campo devendo de se adaptar das diferentes mudanças tecnológicas e cientistas que surjam a futuro.

    A partir de 1991 estas mudanças implantaram-se como a maior empresa de champinhons do mundo, Nature's Farm, estabeleceu-se em Chile, a planta encontra-se em Com - Com, programada para produzir 700 tons/ mês, da qual esperam destinar o 90 % a conserva e o 10 % a produto fresco.

    CULTIVO INTERNACIONAL DO CHAMPIÑON

    Na cada país cultivam-se, de diferentes formas, os champinhons. Nos países em via de desenvolvimento produz-se uma atividade de caráter estacional de baixo rendimento por metro quadrado, de substrato, devido a uma aplicação de tecnologia inadequada. Em países mais avançados reduziram-se os custos ao introduzir sistemas de produção tecnificados.

    Na Europa existe uma grande produção de champinhons, concentrando-se em maior grau na França e os países Baixos, onde Holanda é um dos países que mostra maiores níveis, nos últimos anos com cifras próximas a 50.000 tons / ano, também na Alemanha, Grã-Bretanha e Espanha; em países Asiáticos, como Chinesa e Taiwan além de Estados Unidos, Canadá, e alguns países Africanos e Sul-americanos.

    DESCRIPCION DA IDÉIA DE INVERSION

    O projeto do estudo consiste na instalação de um cultivo artificial de champinhons, para a produção aproximadamente de 100 kilogramos deste produto diário, vale dizer de 2.570 kilogramos mensais aproximados a partir do quarto mês de iniciadas os investimentos.

    MERCADO OBJETIVO

    O mercado objetivo ao qual este dirigido este plano de negócios é basicamente, o abastecimento da capital Santiago, dado que este apresenta uma demanda insatisfecha, como o produto apresenta uma tecnologia pouco desenvolvida em nosso país e que não se encontra ao alcance cultural e técnico de qualquer habitante e menos do setor rural.

    DEFINICION DO PRODUTO

    O produto que se tem de produzir é o champinhom (Agaricus bisporus) cultivado em um ambiente artificial, portanto pode ser produzido durante todo o ano para abastecer, inicialmente se comercializasse ao mercado interno isto é a região Metropolitana, e em estado fresco.

    O fungo comestible carateriza-se por um alto conteúdo proteico pelo que se denominam carne do bosque. A proteína contida nos fungos é de alta digestibilidad, até 70 - 80 %, com um elevado valor nutritivo, ademais contém vitaminas e provitaminas (B1,B2,B6 e C e provitamina D), também contém minerais como calcio, fosforo,ferro e potasio.

    REQUISITOS DE QUALIDADE

    Os requisitos de qualidade mínimo, que deve reunir o champinhom é o seguinte:

    • De aspeto fresco, sem manchas, ou danos causados por doenças, insetos ou parasitas.

    • Livre de anomalias

    • Livre de insetos ou parasitas

    • Isento a substâncias estranhas às matérias prima do substrato e livre de substâncias químicas

    • Livre de umidade

    • Sem cheiros, pardeamiento ou sabores estranhos

    O produto ao consumidor nos supermercados entrega-se em bandejas de Aislapol cobertas com um filme de polietileno com um peso neto de 200 gramas de champinhons, a cada uma, coberta de um filme de polietileno. Para o consumo de restaurantes a entrega é a granel, e sua embalagem determina-se em função do volume e as necessidades do comprador, já seja em sacas de papel, bandejas, canastos, etc. dado que não exigem apresentação, mas se certo standard de tamanho ou calibre uniforme, além de uma boa qualidade.

    DEMANDA

    DEMANDA EXTERNA

    À data, o mercado externo para os fungos frescos chilenos, constitui-o essencialmente Argentina, e fungos em conserva os Estados Unidos. Efetivamente nosso país quase somente enviou aos exterior fungos silvestres principalmente desidratados a um preço de US $ 2 o kilogramo, preços que sofreram baixas durante os últimos anos, mas ao mesmo tempo se detectaram possibilidades de exportar fungos frescos, cabe mencionar que os principais demandantes de fungos cultivados são os países de: Itália, Estados Unidos, Alemanha e França.

    TABELA N°4 PRINCIPAIS PAISES CONSUMIDORES DE CHAMPINHONS

    PAIS

    CONSUMO PER CAPITA

    Kg /Ano

    Taiwan

    7.225

    Holanda

    6.50

    França

    3.35

    Dinamarca

    2.75

    Reino Unido

    1.325

    Estados Unidos

    1.275

    Alemanha

    0.90

    Itália

    2.50

    Fonte Mushrooms Grower's Association 1990.

    DEMANDA INTERNA

    CONSUMIDOR FINAL

    Este consumidor adquire o produto em supermercados ou rotiserias, mercados ou feiras ao realizar seus compra habituais. Ademais observa-se maioritariamente o consumo de champinhons em conserva ou enlatados que frescos, como a preparação destes últimos séria mais dificultosa e menos conhecida.

    De acordo aos antecedentes reunidos chegou-se a determinar que a demanda mensal deste produto em fresco no grande Santiago oscilaria entre 18.000 e 20.000 kilogramos. No entanto há que chamar a atenção que na totalidade dos supermercados visitados, se apresentam déficits deste produto, em especial naquelas sucursais localizadas no setor alto da capital. Os déficit foram sumamente marcados nos dias das festas de fim de ano. Pelo anterior a estimativa da demanda poderia ser algo conservadora. Do total anterior um 70 % é determinado pela demanda dos grandes supermercados, constituindo o resto o consumo dos restaurantes.

    OFERTA

    Quanto à estimativa da oferta interna, realizada a partir de entrevistas com alguns produtores esta se calcula que fluctúa entre 12 e 14 mil kilogramos mensais, produção oferecida em um 75 % por 4 a 5 produtores importantes, o resto se faz a pequenos produtores artesanais.

    PREÇOS

    O preço por bandeja nos supermercados de acordo ao observado oscila entre $ 480 e $ 500 por unidade, o qual indica que o preço por kilogramo a público vária entre os $ 2400 e $ 2700 pesos. Para a realização deste estudo dito preço castigou-se, considerando um valor de $ 1500 por kilogramo o qual é de sumo conservador já que o diferencial normal no rubro verduras e produtos láteos vai de 40 a 60 % entre o recebido pelo produtor e o preço ao público.

    CONCLUSÕES

    Vistos os antecedentes anteriores pode ser concluído que com uma demanda ainda insatisfecha e com os rentáveis preços que este produto registra, sua produção é altamente atraente. No entanto ao fomentar esta atividade há que cuidar de não exceder na oferta o que provocaria uma queda nos preços e um deterioro do negócio.

    5.- ANTECEDENTES TECNICOS

    OBJETIVO

    Ele modulo de produção mínimo este dado pela rentabilidade exigida, a que fixada em 12 % anual significa uma capacidade de produção de 21.328 kilogramos anuais com um horizonte de cinco anos.

    LOCALIZACION DA PLANTA

    Para o estudo do plano de negócios considero-se a localidade de San Bernardo, por ser uma zona adjacente à cidade e por suas condições de fácil e rápido acesso aos mercados reduzindo assim alguns riscos e custos por transporte, manipulação e armazenamento.

    INSUMOS

    Os insumos básicos para produzir champinhons são de dois tipos: O médio de cultivo que se denomina compost e a semente ou micelio reprodutor sobre grãos de centeno.

    Ele modulo de produção considera a exploração de oito câmeras de produção com um total de 570 m2 de cultivo por ciclo, com o que no ano se conseguem desenvolver 6,76 ciclos.

    Os requisitos de compost por kilogramo de champinhons variam de 5,6 - 9,3 kilogramos, para o projeto considera-se um requisito de 6,9 kilogramos de compost por kilogramo de champinhom, por ser este um valor razoável de atingir, e de fato no país se atingiram rendimentos de 5,6 kilogramos de compost por kilogramo de champinhom.

    Em termos de produção por metro quadrado de cultivo, os rendimentos variam de 6 - 10 kilogramos de champinhons frescos, para o estudo considerou-se uma produção média de 8 kilogramos por metro quadrado.

    INSUMOS PARA PRODUZIR MICELIO REPRODUTOR

    Os insumos necessários para produzir micelio reprodutor são os seguintes.

  • Centeno : Cereal que se obtém no mercado nacional, não há limitações em sua obtenção, se usa para preparar o micelio reprodutor. Requerem-se 2.240 kilogramos anuais.

  • Carbonato e Sulfato de Calcio: Estes compostos químicos obtêm-se no mercado nacional e usam-se para evitar a aderência dos grãos de cereal entre si e para manter um ph (potencial de hidrogeno) adequado. As necessidades anuais são de 2.310 kilogramos de sulfato de calcio e 15 kilogramos de carbonato de calcio.

  • Cepa de Cultivo: É a semente inicial com a que se parte preparando o micelio reprodutor, a cepa inicial convém a importar dos Estados Unidos; para o projeto este considerado uma despesa inicial equivalente a US $ 100.

  • INSUMOS PARA PRODUZIR COMPOST

    Os insumos necessários para preparar o compost são os seguintes:

    Estiércol de cavalo: Insumo de fácil obtenção, basicamente obtém-se em caballerizas de haras nacionais, hipódromos ou clube hípicos, as necessidades anuais são de 168 toneladas.

    Guano de galinha: Obtém-se em galinheiros dos arredores de Santiago, não há limitações em seu abastecimento, se requerem 33,6 toneladas anuais.

    Palha de cereais: Durante a época de colheita esta se obtém sem dificuldade, suas necessidades são variáveis porque depende da quantidade contida no estiércol, se usa até um fardo por tonelada de estiércol.

    Água :É um insumo abundante, não se requer que seja potable. As necessidades anuais são de 350 m3.

    ANTECEDENTES DE PRODUCCION

    TECNOLOGIA

    TECNOLOGIA PARA PRODUZIR MICELIO

    A produção de champinhons requer que se disponha de micelio reprodutor em quantidades e momentos oportunos, para o qual é necessário incorrer nas despesas que significam a #infraestrutura necessária para sua preparação (autoclave, sala de incubação, câmera de frio para sua conservação).

    As cepas mantêm-se utilizando agar - extrato de malta ou agar - extrato de trigo como médio de cultivo.

    Os insumos para preparar a base de incubação do micelio são:

    Extrato de malta 20 gramas

    Agar em pó 18 gramas

    Água 1.000 ml.

    Todos os ingredientes se obtêm no mercado nacional e não apresentam problemas de digestibilidad.

    O micelio incubado sobre a base de agar - extrato de malta é o que se usa para produzir o micelio reprodutor sobre grãos de centeno; usa-se grão de centeno por ser um cereal barato e sem problema de abastecimento, ainda quando poderia ser usado grão de trigo sem grandes diferenças. Os custos para preparar a base de incubação do micelio são marginales e estão considerados em outros.

    A base que se usa para produzir o micelio se prepara dissolvendo em água o extrato de malta e agregando o agar, se deixa repousar por 3 - 4 horas, e depois se esquenta em autoclave durante 30 minutos a 100°C, a seguir se empacota em canos de ensaio em quantidade de 10 ml. Pela cada um e se esteriliza em autoclave por 30 minutos a 121° C. Terminada a esterilização o ph do médio deve ser de 6 a 6.2, a esterilização controla-se aos três dias a 23° C; confirmada esta os canos se conservam em câmera frigorífica a 4° C até seu uso.

    Estes são os canos que se inoculan com as cepas a usar, e depois se colocam por 14 dias na câmera de incubação, o micelio que se se multiplica serve para inocular frascos com grãos de cereal, os que incubados servem a seus vê para inocular e incubar novos frascos com grãos até atingir um volume necessário aos requisitos de micelio reprodutor. O micelio assim obtido pode ser armazenado em câmera frigorífica a 4° C até por duas semanas.

    TECNOLOGIA PARA PRODUZIR O CULTIVO

    O processo básico de alimentação e crescimento dos fungos é saprófito, baseia-se no aproveitamento de matéria orgânica morta que contém uma extensa gama de compostos, desde os mais simples como azucares, aminoácidos e amoníacos, até os mais complexos como a celulosa e lignina.

    O champinhom pode aproveitar tanto os simples como os complexos, no entanto uma de suas caraterísticas é seu lento crescimento em comparação com outros fungos.

    A base sobre a que cresce o champinhom é o compost, matéria composta por estiércol de cavalo, guano de galinha, palha de trigo, água e gesso, base que previamente é submetida a um processo de fermentação ou condicionamento de caráter tanto físico como químico e microbiologicos.

    As condições ambientais que requer o cultivo de champinhons durante sua etapa de reprodução são: temperatura entre 15 e 17 °C com um 85 a 95 % de umidade relativa. É aconselhável que estas condições permaneçam sem variações, o que se consegue desenvolvendo o cultivo em câmeras especialmente desenhadas para estes fins.

    Também é possível produzir champinhons em outras construções como por, exemplo, túneis de minas abandonadas se desenvolveu com sucesso em algumas zonas como a do carvão, mas não chegou a ser uma produção significativa, atingindo só um desenvolvimento experimental.

    Na alternativa de casas abandonadas podem ser desenvolvido projetos, mas deve ser entendido que só se tratasse de produção artesanal, que à sobremesa enfrenta diferentes problemas na aquisição de insumos e comercialização.

    TÉCNICA DE ELABORAÇÃO DO MICELIO REPRODUTOR

    Para preparar o micelio reprodutor empregam-se grãos de centeno esterilizado, que se preparam fervendo os grãos em água quente durante 60 minutos, se elimina ele liquido e os grãos se estendem em camadas delgadas sobre bandejas deixando secar sua superfície. A seguir repartem-se em quantidades de 400 gramas por embalagem (garrafas de vidro de boca larga ou de frascos de 1 lt, previamente preparadas e esterilizadas). Com o fim de evitar a aderência dos grãos entre si e para manter o ph adequado à cada frasco se lhe entrega 1.3 por cento do sulfato de calcio e um 0.3 por cento de carbonato de calcio. A seguir se esterilizan os frascos em autoclave a 121° C durante 75 minutos. A esterilização controla-se mantendo os frascos durante 5 dias a 23° C.

    Finalizada a esterilização, os frascos são levados à inoculación, onde se enfrían a 25° C, após o qual são inoculados com cepas de champinhons, para os pôr em incubação durante 14 dias, os agitando a cada quatro ou cinco dias para que não se adiram os grãos. Uma vez colonizados os grãos e determinada sua pureza está apta para inocular o compost.

    TÉCNICA DE ELABORAÇÃO DO COMPOST

    As mudanças necessárias para que se produza a transformação física, química e microbiologia do compost se realizam em duas fases:

    PRIMEIRA ETAPA

    Realiza-se nos campos de compostaje em ambiente natural, nela se misturam e humedecen as matérias prima (estiércol de cavalo, galinha, gesso agrícola) se acumulando em empilhado que se remove a cada dois ou três dias (durante 7 a 10 dias), com o fim de homogeneizar os ingredientes, humedecerlos e evitar o estabelecimento de condições anaerobias. Durante esta fase os microrganismos do empilhado começam a metabolizar os compostos simples; consomem oxigeno e libertam dióxido de carbono, água e calor. A temperatura do empilhado vai em constante acréscimo atingindo 70 a 80° C em dois a três dias.

    No entanto apesar do início das mudanças microbiologicos e químicos, o objetivo principal que se persegue durante esta fase é conseguir uma transformação física das matérias prima do compost.

    SEGUNDA ETAPA

    Realiza-se imediatamente após terminada a fase anterior em uma câmera de 40 m2 por 2 mts, de altura totalmente isolada em suas paredes, andares e céu. Para realizar este processo empacota-se o produto da fase 1 em gavetas de madeira de 0.60 m2 a cada um e se introduz na câmera de pasteurização, à qual se lhe injeta vapor entre 43 e 56° C com o fim de conseguir a pasteurização, o que se consegue em um lapso de 8 dias.

    Semeia do micelio; finalizada a fase 2 da preparação do compost, se enfría o conteúdo das gavetas e procede-se a inocularlo com a semente (micelio reprodutor sobre grão de centeno), transladando de imediato às gavetas às câmeras de incubação. As condições de temperatura do compost deve ser mantido ao redor de 22°C.Este processo dura ao redor de 17 dias.

    Indução de corpos fructíferos e produção; uma vez colonizado o compost pelo micelio na câmera de incubação, procede-se a colocar a camada de abrangência (terra de folha ou multidão), controlando a temperatura e a umidade durante os primeiros 20 dias. Esta etapa desenvolve-se na câmera de produção com uma temperatura de 15 a 17° C e com uma umidade relativa do ar que oscila entre 85 e 95 %. Os primeiros champinhons aparecem entre os 15 e 20 dias atingindo-se o período de produção entre os 35 dias seguintes.

    DESCRIPCION DO PROCESSO

    As etapas do cultivo dos champinhons são:

  • Elaboração do micelio reprodutor; processo durante o qual se multiplica a semente do micelio para inocular o compost.

  • Elaboração do compost; processo no qual se prepara o substrato para cultivar o champinhom. As etapas de preparação do compost podem ser dividido em:

  • Fermentação do substrato; período no qual se misturam os insumos (estiércol de cavalo, galinha e gesso agrícola) se lhe adiciona água e se empilha no campo de compostaje, onde atinge temperaturas dentre 70 e 80° C esta etapa dura dentre 7 e 10 dias.

    Pasteurização; processo para destruir insetos, parasitas e fungos competidores, esta etapa realiza-se em câmeras de pasteurização nela se coloca o compost em caixas de madeira tipo rodela, o que facilita o processo de pasterizado. Nesta etapa o compost é submetido a temperatura entre 43 e 56° C e com 95% de umidade relativa no ar circulante.

    A temperatura do ar eleva-se com o contribua de uma caldera e faz-se circular com ventilador e aberturas de saída e entrada de ar, a umidade mantém-se mediante a ação de um microjet que injeta a água pulverizada em um ponto da circulação do ar; este processo dura 8 dias.

  • Semeia do substrato; É a mistura do compost com o micelio reprodutor em todo seu volume, para posteriormente introduzir as gavetas à câmera de incubação.

  • Incubação; Esta etapa desenvolve-se nas câmeras de incubação, onde se mantém uma temperatura de 22 a 25° C. O processo de colonização do compost dura entre 15 e 17 dias. A dificuldade durante este processo radica na dessecação do compost, problema que se supera injetando água pulverizada ao ducto de ar circulante.

  • Indução de corpos fructíferos; Uma vez colonizado o compost por parte do micelio de champinhom, a indução consegue-se cobrindo a superfície do compost com uma camada de terra especialmente preparada para estes fins, agregada a terra de abrangência colocam-se as gavetas nas câmeras de produção.

  • Produção; Esta última fase desenvolve-se nas câmeras de produção, dentro das quais as condições de temperatura são de 15 a 17° C, com uma umidade relativa de 85 a 95%; os primeiros brote de corpos fructíferos aparecem aos 10 - 12 dias e a primeira colheita realiza-se aos 17 - 18 dias, o processo dura 52 dias.

  • Colheita; É o processo de recoleção de produtos no qual se cortam e se transladam à sala de classificação e embalagem.

  • Classificação e embalagem; É o labor de classificar os champinhons em diferentes classes ou graus segundo tamanho e qualidade (defeituosos, manchados, abertos, rompido, etc.), antes de empacarlos corta-se-lhes o pé que não deve ter mas de 1 cm. Por último se embalan segundo as exigências do mercado.

  • Armazenagem; Este realiza-se em uma câmera de frio a temperaturas de 2 a 3° C, o qual permite conservar os champinhons em boas condições por 7 dias.

  • Distribuição; As bandejas e sacas em que se empacotam os champinhons são repartidas aos locais que vendem diretamente ao público, no possível a partilha o realiza o próprio produtor.

  • DETERMINACION DE MAQUINARIAS E EQUIPES

    Autoclave : Para a operação de produção de micelio reprodutor requer-se um autoclave com capacidade para 20 lts. Esta equipe realiza-se na esterilização de materiais e meios em que prepara o micelio reprodutor (agar - extrato de malta ou

    agar - extrato de trigo, grão de cereal previamente cozido). O autoclave cotado opera com corrente 220 volts ,com uma categoria de temperatura de 100 a 135°C, regulables, o consumo é de 1.200 watts / hora.

    Refrigerador industrial de 70 pés cúbicos: Na preparação do micelio reprodutor requerem-se manter as cepas armazenadas a 4° C, e ademais o grão de cereal preparado, também à mesma temperatura. O refrigerador requerido é de duas portas com departamentos separados e liga-se a 220 volts com temperatura regulable de -5°C a temperatura ambiente, com um consumo de 400 watts / hora.

    Câmera frigorífica: A etapa de colheita e comercialização requer de uma unidade de frio, capaz de manter a sobreproducción de alguns dias do mês, permitindo programar um fluxo contínuo e diário de abastecimento ao mercado. A câmera requerida é de 140 pés cúbicos, de três portas, que se liga à rede de 220 volts, com um consumo de 700

    watts / hora.

    Ventiladores: Requerem-se para fazer circular o ar um na câmera de pasteurização e duas na câmera de incubação. Durante o processo de pasteurização requer-se um volume de ar circulante que vária entre 118 - 190 metros cúbicos ar / hora, o que se consegue com um ventilador de 10 polegadas que tem um consumo de 45 watts / hora; durante a incubação requer-se só para manter a temperatura ao redor de 22° C.

    Balança de precisão: Requer-se no laboratório para a preparação do micelio reprodutor.

    Romana : A romana requerida deve ter uma capacidade de até 500 kilogramos. Utiliza-se na pesagem dos insumos e dos produtos (champinhons) permitindo com isso determinar as compra e vendas.

    Caldera de gás: Utilizam-se dois calderas, a mais importante é a que se utiliza na câmera de pasteurização, se requer que produza vapor de água para elevar a temperatura da água de 50 a 60° C e o manter por 8 dias. Em mudança as duas calderas para as câmeras de incubação requerem manter a temperatura entre 20 e 25° C.

    Ar condicionado: Estas equipes requerem-se para manter a temperatura das oito câmeras de produção, as caraterísticas principais são: 12.000 BTU, consumo de 1.480 watts / hora, fornecimento de energia de 220 volts.

    ESTUDO TECNICO CONTRUCCIONES

    DIMENSION E DISTRIBUCION

    Para tomar decisões com relacionamento às dimensões do local de cultivo há que ter em conta o tipo de exploração a realizar, além de considerar a disponibilidade de matérias prima e mão de obra, seu tamanho deve ser ideal tal que permita levar a cabo as operações necessárias.

    Embora ainda se empregam locais de superfície de semeia maiores, existe a tendência de construir unidades de 100 a 200 metros quadrados. Os locais não devem ser enchido em excesso, sendo recomendável um relacionamento de 300 metros quadrados de superfície de semeia por 113 a 141 metros cúbicos de espaço de ar. Uma diminuição neste relacionamento tende a reduzir a produção, apesar de ter sistemas de ventilação.

    Atualmente os locais de cultivo medem de 13 a 20 metros de longitude, 5 a 7 metros de largo e aproximadamente 3 metros de alto.

    A distribuição interior realiza-se de acordo ao sistema de cultivo a utilizar, ordenando-se em forma tal que facilite e otimize sua manipulação.

    ALICERCES E CHÃO

    Recomenda-se usar alicerces de concreto armado (com uma malha contra tensões), para conseguir um assentamento sólido da construção. Isto dependerá da natureza do terreno, normas de construção, etc. A superfície deve ser completamente lisa, ligeiramente inclinada para as galerias de drenagem situadas nos custados do local ou no centro deste. Resulta um bom isolamento do chão e recobrir o fundo com uma camada de borracha ou filme de plástico (polietileno), e depois sobre adicionar uma camada de concreto de 4 cm.

    Para facilitar o transporte de materiais deve ser eliminado da construção, todo degrau ou peldaño, os que devem ser substituídos por ramplas inclinadas, sobretudo nas portas.

    MUROS

    As paredes devem ser construídas com o mínimo possível de juntas e fendas, para impedir que possa albergar insetos e propagar doenças. Ademais devem ser resistentes à água, tanto da limpeza como da umidade própria do cultivo, e altas temperaturas, é por isso que as paredes interiores devem ser revestido com um produto que o proteja do vapor e as paredes exteriores podem ser isoladas com uma camada de asfalto ou bem as pintar de cor branco ajudando assim a mitigar a absorção de calor em época estival.

    TETO

    Pode ser utilizado um teto raso a base de placas de cimento - asbesto lisas ou outro material similar. É recomendável que o teto tenha um ligeiro grau de inclinacion para que assim o vapor condensado escorregue para as paredes e não se deposite sobre o cultivo em forma de chuva.

    PORTAS

    As portas ao igual que o teto e as paredes também devem ser isolado e ser de um material que suporte a umidade e grandes diferenças de temperatura, se recomenda o material de aço galvanizado madeiras com tratamentos especiais resistentes a estas condições.

    CORREDORES

    Os corredores devem ser amplos, para assim facilitar o transporte de materiais dentro do estabelecimento, sendo no mínimo aconselhável 4 metros.

    CAMPO DE COMPOSTAJE

    É uma construção simples no que único que se requer é que o andar seja de concreto ( 5 - 10 cms de espessura ), suas dimensões devem ser de 4 metros de longo e 2 de alto, o teto pode ser de zinco ou pizarreño, as muralhas podem ser de madeira e não se requer que sejam completamente cobertas, o valor por metro quadrado de construção se calculo em $ 4500, a capacidade real é de 14,44 m2 de superfície.

    CÂMERA DE PASTEURIZAÇÃO DO CULTIVO

    É uma câmera de 40 m2 por 2 metros de alto, totalmente isolada de suas paredes, andares e céu. A aislación realiza-se com Aislapol de 50 mm, forrado com ferros de Internit de 4 mm, tanto em suas paredes como o céu, no andar se constrói um radier de 5 cms. De espessura sobre Aislapol de 70 mm. e uma malha Agma para dar-lhe solidez, em um extremo instala-se a caldera que fornece o vapor de água para a pasteurização, junto a ela se instala também o ventilador que faz circular o vapor de água através da câmera. As dimensões da construção são de 8 mts. de longo por 5 mts. de largo e 2 mts . de alto, o custo da construção é de $ 7500 o m2 com uma capacidade útil de 72,4 m3.

    CAMARA DE PAUSTERIZACION DE TERRA

    Embora pausterizar a terra de abrangência com vapor não é comum, se se opta por este método a construção da câmera compreende os muros totalmente isolados ao igual que o céu e o andar, de material impermeable à água. A uns 25 cm acima do chão de concreto colocam-se um enrejado de listones sobre o que se aplicassem as bandejas ou gavetas cheias de terra de abrangência. Baixo o enredado vai um cano de vapor em forma de serpentín com buracos pequenos nos lados, para aplicar sobre a terra esterilizándola.

    CAMARA FRIGORIFICA

    Contar com uma câmera de frio é de vital importância, esta deve ser desmontable no caso de produzir um volume pequeno e uma câmera fixa se o volume é importante, a superfície exterior deve ser impermeable ao vapor e a parede interior deve estar revestida com placas de poliestireno, o chão deve ter placas de cortiça ou espuma plástica, e uma porta hermética.

    CALEFACCION

    A calefação mais comum é a caldera, já que utiliza combustível sólido e de baixo custo em comparação às demais alternativas, esta vai esquentar água a qual circulasse através de tubagens para que seja possível manter a temperatura adequada durante o período de incubação e produção do cultivo.

    Também pode ser usado uma espécie de ar condicionado mandando o calor através do ar de ventilação, por médio de um radiador ou elemento calentador.

    Pode ser obtido altos benefícios otimizando-a instalação com um sistema simples e barato, respondendo assim largamente às necessidades e requisitos técnicos do cultivo.

    VENTILACION E RECICLO

    É necessário um contribua regular de ar fresco, e inclusive sua circulação nos locais. Embora sabe-se pouco a respeito das condições de ambiente optimo para o cultivo, pode ser afirmado que uma ventilação inadequada se traduz em efeitos perjudiciales.

    Existe um mecanismo de ventilação que é realizado mediante o emprego de respiradores “” à altura do andar e do teto, de modo que o ar quente ascenda e saia pelos situados à altura do teto, enquanto o ar fresco entra pelos inferiores situados ao nível do andar, ademais, as correntes do ar quente que se formam sobre os canos de calefação originam uma circulação deste por todo o local.

    DISTRIBUCION DE ÁGUA

    A água pode ser obtido do serviço de água potable ou de uma instalação de obtenção e distribuição particular dependendo das condições locais. Deve ser fornecido a quantidade necessária e a uma pressão adequada.

    ALUMBRADO

    Como o cultivo de champinhom não requer de luz, e as champiñoneras não possuem janelas, é necessária a energia elétrica para assim obter um bom rendimento do trabalho.

    É recomendável situar várias lamparas no teto do corredor central da cada local e outros ao longo dos pares da cada corredor lateral a diferentes alturas, podendo ser canos fluorescentes resistentes à água e ao calor.

    CÂMERA DE INCUBAÇÃO:

    Requer-se de duas câmeras, de dimensões e caraterísticas similares à pasteurização ( 5 x 8 x 2 ) mts. com a diferença de que o andar não requer de isolamento, o custo do metro quadrado é de $ 5.500 pesos.

    CÂMERAS DE CULTIVO

    Requer-se de 8, de dimensões ( 10 x 3.5 x 2 ) mts. com aislación nas paredes e céu, com andar de radier de 5 cm. de espessura. O ar condicionado vai instalado em um extremo da cada uma delas, o custo de construção é de $ 5.500 pesos por m2.

    ADEGA E PACKING:

    É uma construção de dimensões ( 12 x 5 x 3 ) mts. com teto de zinco e paredes de madeira, a metade usa-se para adega de insumos e a outra metade para packing de produto e instalação da câmera frigorífica, o custo de construção é de $ 5.000 pesos por m2.

    ESCRITÓRIO E DEPENDÊNCIAS:

    É uma construção de 7 x 5 mts. onde se instala o escritório de administração e serviços necessários, com teto de ferros de pizarreño e paredes de madeira, o custo da construção é de $ 8.540 pesos por m2.

    As gavetas com compost são colocados em prateleiras de madeira, custo que se indica no anexo 1. Para manter a umidade nas câmeras usa-se microjet que nebuliza a água entregando a umidade requerida.

    PAÑOL

    Esta corresponde a uma construção simples e sem nenhum requisito adicional, pode ser construída de material sólido ou ser de caráter desmontable. Esta tem a cargo a função de apoio e abastecimento de ferramentas e instrumentos de medição.

    BALANÇA ( PESAGEM)

    A balança deve corresponder aos requisitos do projeto, para isso precisamos uma romana de capacidade média de 500 Kgrs. Para ter um controle rigoroso dos pesos e quantidades tanto das matérias prima que ingressam a cada dia como também dos produtos terminados que saem a cada dia para se distribuir nos diferentes canais de comercialização.

    CAPACIDADE DE PRODUCCION

    A capacidade de produção do modulo avaliado é de 30.840 kilogramos, com uma média mensal de 2.570 kilogramos. Esta média resulta de programar o uso optimo das oito câmeras de produção projetadas; a cada ciclo das câmeras em produção demora 52 dias, deixando 3 dias para aseo, desinfeção e reacondicionamiento.

    A utilização do resto de equipes e dependências se programa sobre a base das necessidades das câmeras de produção.

    Para conseguir uma produção sem grandes picks através do ano programa-se a entrada em produção das câmeras em lotes de dois a cada um, com uma diferença de 8 - 9 dias entre lote, o qual permite que não se acumule a produção em algumas semanas do mês.

    O processo completo dura 85 dias que se decompõe da seguinte forma. 10 dias de compostaje, 8 dias de pasteurização, 15 dias de incubação e 52 dias de produção.

    As quantidades envolvidas na cada passo são as seguintes: 7,5 toneladas de matéria prima produzem 8 toneladas de compost, que se colocam em 240 gavetas para sua pasteurização, processo que dura 8 dias, no passo seguinte se inoculan os 240 gavetas e se traspassam a uma câmera de incubação na qual as gavetas permanecem 15 dias; posteriormente adiciona-se a terra de abrangência e colocam-se em duas câmeras de produção (120 gavetas na cada câmera), onde se desenvolve o processo produtivo por 52 dias.

    Os lotes de duas câmeras carregam-se com um intervalo de oito dias a cada um, se atingindo a cobrir 6,76 ciclos no ano.

    A colheita de champinhons deve ser realizado todos os dias desde o momento em que aparecem os primeiros corpos fructíferos, o que deve ocorrer a partir do dia 17 de iniciado o processo nas câmeras de produção.

    A comercialização do produto deve ser realizado de imediato uma vez cosechado e empacado; a disponibilidade de frio requer-se somente para os períodos em que se produza uma super produção por sobre as necessidades do mercado nesse momento.

    DIAGRAMA DA PLANTA

    CAMPO DE COMPOSTAJE

    CALDERA CAMARA DE ADEGA SALGA DE

    PAUSTERIZACION INSUMOS CULTIVO

    TERRA 1

    GÁS

    SALA DE

    CULTIVO

    2

    ZONA

    DE

    SALA DE ESTACIONAMENTO

    CULTIVO

    3

    CAMPO DE RECEPCION E

    DESPACHO DE PRODUTOS

    ENTRADA E

    SAÍDA DE

    VEHICULOS DE

    CARGA

    ACESSO ACESSO

    ETAPAS OPERATIVAS DO PROCESSO DE PRODUCCION.

    FUNÇÕES DE APOIO Às OPERAÇÕES

    SERVIÇOS BASICOS

    PREPARACION DE MATREIA PRIMA

    FUNÇÕES DE STAFF Ou ADMINISTRATIVAS

    DIAGRAMA DA CAMARA DE INCUBACION ( 10 x 10 mts.)

    0.416 mtrs.

    0.416 mtrs.

    0.416 mtrs.

    10 mtrs

    0.416 mtrs.

    0.416 mtrs.

    0.416 mtrs.

    10 mtrs

  • ANTECEDENTES ECONOMICOS E FINANCEIROS

  • 2.4.1 INVESTIMENTOS TOTAL

    ITEM MONTO $

    CONSTRUÇÕES 3.102.000

    TERRENO 900.000

    MAQUINARIAS E EQUIPES 6.194.680

    MÓVEIS , UTILES E OUTROS 460.000

    DESPESAS ORGANIZAÇÃO 1.172.234

    CAPITAL DE TRABALHO 1.269.340

    TOTAL 13.098.254

    2.4.2 RENDIMENTOS OPERACIONAIS

    ANO INGRESSO TOTAL $

    1 30.858.000

    2 46.260.000

    3 46.260.000

    4 46.260.000

    5 46.260.000

  • VALOR DO KILOGRAMO $ 1.500

  • VALORES SEM IVA

  • VALORES POSTOS EM SUPERMERCADO

  • A PRODUCCION DO PRIMEIRO ANO CORRESPONDE A 8 MESES

  • 2.4.4 CUSTOS FIXOS

    Mão de obra :

    Custo mensal : $ 2.636.230

    Custo anual : $ 31.634.760

    DESPESAS GERAIS FIXOS

    ITEM MONTO $ MÊS

    SERVIÇOS BASICOS 25.000

    TELEFONO 18.000

    SEGUROS 18.000

    CONTRIBUIÇÕES 8.000

    MANTENCION ACT. FIXO 25.000

    UTILES DE ESCRITÓRIO 10.000

    SERVIÇOS 5.000

    IMPREVISTOS 20.000

    TOTAL MÊS 129.000

    TOTAL ANUAL 1.548.000

    DEPRECIACION

    ITEM VIDA UTIL MESES INVERSION$ DEPRECIACION RESÍDUO

    $/MÊS

    OBRAS CIVIS E INSTALACION 240 3.177.000 13.237,5 2.382.750

    MAQUINARIAS E EQUIPES 120 6.194.680 51.622,2 3.097.340

    MÓVEIS E UTILES 60 385.000 6.416,6 0

    CAPITAL DE TRABALHO - 1.269.340 - 1.269.340

    TERRA - 900.000 - 900.000

    TOTAL MÊS 71.276,3

    TOTAL ANUAL 855.315,6

    DESPESAS ORGANIZAÇÃO ( Posta em marcha )

    VALOR TOTAL $ 1.172.234

    COEF. POR 5 ANOS 20 %

    VALOR ANUAL $ 234.446,8

    VALOR MENSAL $ 19.537,23

    RESUMEM CUSTOS FIXOS

    CUSTO $ / MÊS $ / ANO

    MÃO DE OBRA 2.636.230 31.634.760

    DESPESAS GERAIS 129.000 1.548.000

    DEPRECIACION 71.276 855.315

    AMORTIZACION DE DESPESA DE 19.537 234.446

    ORGANIZAÇÃO

    TOTAL 2.856.043 34.272.521

    EVALUACION

    INVERSION VALOR RESIDUAL $ PERÍODOS ANOS FLUXOS NETOS

    13.098.254 0 --

    1 7.786.457

    • 10.210.500

    • 10.210.500

    • 10.210.500

    7.649.430 5 10.210.500

  • PONTO DE EQUILÍBRIO ANUAL

    • EM PERCENTAGEM DE PRODUCCION 69.16 %

    • EM PRODUCCION 21.328 QUILOS DE CHAMPINHONS

    TIR = 65 %

    VÃO = 15 % = $ 22.3

    ANEXO 1

    CONSTRUÇÕES , TERRENO E OUTROS

    ITEM N° DE METROS $ METRO VALOR $ DIMENSIONE MTS

    1 LABORATÓRIO 20 10.000 200.000 4 X 5

    1 ESCRITÓRIO E DEPENDÊNCIAS 35 7.143 250.000 7 X 5

    1 CAMCHA DE COMPOSTAJE 16 4.500 72.000 4 X 4

    1 CAMARA DE PAUSTERIZACION 40 7.500 300.000 8 X 5

    2 CAMARAS DE INCUBACION 80 5.500 440.000 8 X 5

    8 CAMARAS DE PRODUCCION 280 5.500 1.540.000 3.5 X 10

    1 ADEGA E PACKING 60 5.000 300.000 12 X 5

    SUB TOTAL OBRAS CIVIS 3.102.000

    TERRENO (*) 10.000 90 900.000

    OUTROS :

    FECHO, PORTON (400 mts lineares) 35.000

    MESAS, CADEIRAS, ESTANTERIAS E CEPA 350.000

    INSTALACION E CONEXÕES

    ALCANTARILLADO 20.000

    LUZ 40.000

    ÁGUA 15.000

    TOTAL 4.462.000

    (*) TERRENO COTADO NAS REDONDEZAS DE SANTIAGO

    As ESTANTERIAS CORRESPONDEM Às NECESSIDADES DE LABORATÓRIO, CAMARA DE PAUSTERIZACION, CAMARAS DE INCUBACION E CAMARAS DE PRODUCCION.

    ANEXO 2

    MAQUINARIAS E EQUIPES

    ITEM VALOR CONSUMO DE ENERGIA CONSUMO ESTIMADO

    1 AUTOCLAVE 650.000 1.200 W/H 530 Kw / ANO

    1 REFRIGERADOR70 P 3 380.000 400 W/H 1.100 Kw / ANO

    1 CAMARA FRIGORIFICA 140 M 3 430.000 700 W/H 2.000 Kw / ANO

    3 VENTILADORES (10 POLEGADAS) 60.000 60 W/H 970 Kw / ANO

    1 ROMANA ( 500 QUILOS) 37.000 -- --

    1 BALANÇA DE PRECISION 30.000 -- --

    8 ACOND. AR 12000 BTU 2.100.000 1.400 W/H 37.000 Kw / ANO

    1 CAMINHONETE PICK UP FECHADA 2.000.000 -- --

    4 ISQUEIROS 6.000 -- --

    20 TERMOMETROS 40.000 -- --

    100 FRASCOS 30.000 -- --

    1 BALON DE GÁS ( 15 Kg) + REG . 6.500 15 K / MÊS 105 Kg / ANO

    8 PAUS 7.200 -- --

    2 HORQUETAS 1.600 -- --

    2 BOLAS DE 45 Kg + REG. 120.000 78.75 Kg/MÊS 945 Kg / ANO

    1.200 GAVETAS 120.000 -- --

    3 CALDERAS A GÁS 280.000

    TOTAL $ 6.194.680

    ANEXO 3

    DESPESAS DE ORGANIZAÇÃO E POSTA EM MARCHA

    DESPESAS DE INSTALACION 5 % DO ATIVO FIXO $ 532.834

    IMPREVISTOS 6 % DO ATIVO FIXO $ 639.400

    $ 1.172.234

    CONSIDERA-SE O ATIVO FIXO A : CONSTRUÇÕES , TERRENO , MAQUINARIA, EQUIPES , MÓVEIS E OUTROS ( $ 10.656.680).

    ANEXO 4

    REMUNERAÇÕES

    CARGOS N° $/ MÊS TOTAL

    ADMINISTRADOR 1 250.000 250.000

    SECRETÁRIA CONC. CONTADORES 1 200.000 200.000

    TECNICO 1 200.000 200.000

    OPERÁRIOS 6 160.000 960.000

    MOTORISTA 1 200.000 200.000

    COSECHADORES 2 180.000 360.000

    NOCHERO 1 180.000 180.000

    TOTAL 13 $ 2.350.000

    SOBRETAXA : CONTRIBUA EMPLEADOR : 3,85 % = $ 90.475

    FUNDO INDEMNIZACION : 8,33 % = $ 195.755

    TOTAL CUSTO MENSAL = $ 2.636.230

    TOTAL CUSTO ANUAL = $ 31.634.760

    ANEXO 5

    CAPITAL DE TRABALHO

    ITEM $/ MÊS CAPITAL DE TRABALHO $

    CUSTOS UNITÁRIOS VARIÁVEIS 154.453 308.905

    MÃO DE OBRA 416.468 832.935

    DESPESAS GERAIS 63.750 127.500

    TOTAL $ 634.671 $ 1.269.340

    19

    10

    ( 1.5 x 7 mtrs. )

    ( 1.5 x 7 mtrs. )

    ( 1.5 x 7 mtrs.)

    ( 1.5 x 7 mtrs)

    ( 1.5 x 7 mtrs)

    GUARDA

    ESCRITÓRIOS

    #CASSINO

    BANHOS

    BALANÇA

    ( PESAGEM )

    BANHOS

    CAMARA DE PAUTERIZADO

    CAMARA DE

    INCUBACION

    PAÑOL

    SALA DE

    CLIMATIZACION

    ADEGA DE

    FRIO

    SALA DE

    EMBALAGEM

    E EMBALAGEM