Estados Unidos

eu fui teu primeiro som

quando começou a

falar e sou a primeira

letra que no alfabeto está.

vou pelo vale

dando palmadas

sou presumida, sou vaidosa

gosto e gosto de girar,

quem sou?

sou uma cor brilhante

que ao azul não posso ver,

porque quando estou

com o põe-me verde imediatamente

sopro a todo soprar,

levo-o de ar,

e o feito a voar

é alguém com o que passas

muitos momentos de tua vida,

com o que joga e corre

e não lhe conta mentiras.

tem gemas e não é ovo

tem copa, não é sombrero

tem folhas e não é livro

que é pois o que vos digo?.

são minhas cores tão brilhantes

que o céu alegro em um instante.

branca por dentro

verde por fora

se quer que te

diga-o espera

adivinha adivinanza

vai por terra

vai por mar

não tem pernas

e corre

não tem asas

e voa

redonda como uma caneca

e vai comigo à praça

que sou redondo,

que sou de leite,

que sou de vaca,

que sou de cabra,

que sou de ovelha,

que se quer me toma,

que se não me deixa

dois manecillas,

que dão voltadas sem cessar

mas a diferente compas

tem pé,

tela,

e luz

adivinalo teu

ouro parece

platano é

que é?

a pinzadas em racimo,

e delas sai vinho

junto à calefação,

dorme às vezes,

este animal comodon

no meio do céu estou,

não sou lucero nem estrela,

acho-me no meio da hella,

adivinha a ver quem sou

a foice no rabo

e na serra na

cabeça

branca como a pomba

negra como o peixe

fala e não tem língua,

anda e não tem pés

vive a base de números

e faz como as hadas

já que com o translada-te

vivo nos arboles,

dou vida aos livros,

estou nas plantas

e até em em as facas

duas boas pernas temos

e não podemos nadar;

mas o homem sem nós

não pode ser apresentado

no céu sou água

na terra sou frango,

nas igrejas sou fumaça

e uma telita nos olhos

fabricam-me na terra

e sirvo no mar;

assim que toco a água

já se nadar

tenho asas, sou redonda,

sempre obedeço a minha rainha,

voando de flor em flor,

saco delas bom licor,

as ofensas não perdoo,

com meu ferrão sanciono-as,

cera e mel sempre te dou

averigua teu quem sou

a piñadas em racimo,

e delas sai o vinho

Parente da ratazana

E também do canguru

Movo sem parar os dentes

Sem que me cause um apresso

ANIMAIS

O PATO

A pata mete a pata

A pata desplumada,
cua, cua, cua,
como é patosa,
cua, cua, cua,
meteu a pata,
cua, cua, cua,
em uma poça.

-Grua!, grua!, grua!
Na poça tinha um Cerdito
vivito e guarreando,
com o varro da poça,
o cerdito jogando.

O cerdito disse-lhe:
-Saca a pata,
pata formosa.
E a pata bateira
deu-lhe uma rosa.

Pela granja passeiam
comendo figos.
O cerdito e a pata
fizeram-se amigos!

O GALO DESPERTADOR

Kikirikí,
estou aqui,
dizia o galo
Colibrí.

O galo Colibrí
era ruivo,
e era seu traje
de formoso plumaje.

Kikirikí.
levanta-te camponês,
que já está o sol
de caminho.

-Kikiriki.

levanta-te labrador,
acorda com alegria,
que vem o dia.

-Kikiriki.

Meninos do povo
acordem com o ole,
que vos esperam na "escola'.
O povo não precisa relógio,
vale-lhe o galo despertador.

A VACA CHORONA

A vaca está triste,
muge lastimera,
nem dorme, nem bebe
nem massa na erva.

A vaca está triste,
porque a seu chotito
têm-lho levado
os carniceros
ao mercado.

Está tão delgada,
a vaca de Elena,
que em vez de dar leite,
dá pena.

 

O COLÉGIO

adios verão, 

pá e @arena! 

já vou de novo 

para a escola. 

ali ri-se, 

ali joga-se 

ali vive-se, 

viva a escola!

na segunda-feira pela manhã,

levanto-me muito contente,

ao colégio marchamo-nos

e estaremos muito atentos.

A ardilla corre,

A ardilla voa,

a ardilla salta

como locuela.

Mamãe, a ardilla

não vai à escola?

BRINQUEDOS

CABALLITO DE MADEIRA

Arre, arre caballito,

caballito de madeira!

Não tem patas nem fila

mas se uma roda só.

Trota, trota caballito,

pelo monte e a pradera

COSTURA

A boneca tinha um guarda-chuva.

A menina tinha uma flor.

A boneca tinha um dedal

e a menina uma estrutura.

Pelas tardes sentavam-se

a jogar na varanda,

costureras diminutas

do guarda-chuva e a flor.

A PELOTA

Tenho uma pelota

Que bota e rebota

que bonita é!

Tirala outra vez

O CORPO

Em minha cara redondita

tenho olhos e nariz

e também tenho uma boca

para comer e rir.

Com meus olhos vejo-o tudo,

com o nariz faço atchisss!

e com a boca eu como

palomitas de milho. Os DEDOS

Este é o dedo chiquito e bonito,

        ao lado do encontra-se o senhor de anéis,

        depois, o maior dos três.

        Este é o que tudo o prova,

        e sobretudo o mel.

        E este mais gordo que todos?.

        Leste o mate-pulgas é.

A CABEÇA

tenho uma cabeça
como uma pelota.
tem duas orelhas
e tem uma boca.
com estes dois olhos
eu posso olhar.
o nariz movo-a
com o dedo assim.
se do cabelo atiro:
ai, ai, ai,ai ai!

A CASA

Janelas azuis,

verdes escadas,

muros amarelos

com enredaderas

e no tejadillo

pombas caseiras.

A praça tem uma casa,

a casa tem uma varanda,

a varanda tem uma dama,

a dama uma branca flor.

Chac, chic, chac, movo a chave

e a porta posso abrir.

Chac, chic, chac, entro em minha casa

porque em casa sou feliz.

Ñec, ñec, ñec, abro em seguida

as janelas e a varanda.

Sum, sum, sum, o Sol a cheia

de alegria e ilusão.

A PRIMAVERA

A mata-a de alecrim

que há em nossa jardineira

saem-lhe flores azuis

ao chegar a primavera.

No soto,

os alamillos dançam

um com outro,

e o arbolé,

com seus quatro hojitas,

dança também.

Cantemos às flores

que há sobre a erva,

Já o sol nos trouxe

toda a primavera.

CARNAVAL

Isto é Carnaval

e disfarçado já me lados:

de coelho, de velho,

de pirata Carrapato.

Isto é Carnaval.

Anda...Vem-te a dançar!

No cabide está pendurado

o vestido de Arleqín,

que é a quadros, colorado,

verde, azul, alvo e carmín.

E Arlequín? Tem-se evaporado.

Era uma noite muito escura,

tinha um castelo muito grande,

de repente! abriu-se uma porta (ingggggggg)

saiu um vampiro (ja, ja, ja)

sacou uma faca..... e disse......

unta mantequilla! unta mantequilla!

O INVERNO

Sou um galo

e não tenho frio.

Porque meu bufanda

sempre vai comigo,

ela me tampa,

ela me abriga,

ela me chega

até a barriga.

A neve cai

e o frio chegou,

gorro e bufanda

ponho-me

sal, "solito"

esquenta-me um pouco

para hoje, para manhã,

para toda a semana.

a tarde está tendida

ao longo do rio

e um rubor de maçã

Pouco a pouco

Paquito empaca

poucas copitas

em poucos pacotes.

Um cano atirou um cano

e outro cano parou-o.

Há canos que têm

canos mas este cano

não teve cano.

Pepe Peña pela papa,
pica ananás,
apita um apito,
pica ananás,
pela papa,
Pepe Peña.

Pablito fincou um clavito
na calva de um calvito.
Na calva de um clavito,
um clavito fincou Pablito.

Cuca costura em casa

de Coco Suca

Se a serva que te serve,

não te serve como serva,

de que serve que te sirva

de uma serva que não serve.

Pablito calco o andar,

calcando o andar Pablito

andar quando Pablito calco o andar,

peças de andar calco Pablito.
 

Você não nada nada?
Não, não trouxe traje.

O vinho veio, mas o vinho

não veio vinho.

O vinho veio vinagre.

Juan teve um cano,
e o cano que teve se lhe rompio,
e para recuperar o cano que teve,
teve que comprar um cano
igual ao cano que teve.

Não me olhe, que olham
que nos olhamos,
e verão em teus olhos
que nos amamos.
Não nos olhemos,
que quando não nos olhem
nos olharemos.

O pato disse-lhe à pata.

Pata pa'ti trago patas

acima a pata de um pato patón.

Patón pati-longo, patón como você.

Atirou-lhe a pata o pato à pata

e a pata apanhou ao pobre pato a pata.

Hi fraterniza ana, Tece na janela

Com a lã. Do passo, Ao andar,

Do andar Ao passo.

Dona doriga, doriga, doriga,

Trompa pitorga, tem umas luvas

De peles de zorriga, zorriga, zorriga

Trompa pitoriga,

Vêm-lhe grandes

Embaixo de uma carroça

Tinha um cão.

Veio outro cão

E mordeu-lhe o rabo.

R com r de guitarra

R com r de barril

Que rapido rodam as rodas

Da ferrovia

Corre, corre, corre

Segue correndo até correr.

Corre, corre, corre,

Segue correndo até correr

Fui à salsa e me meperejile

Para desemperejilarme

Como me desemperelijare

O que compra poucas camadas

Poucas camadas paga,

Como eu compre poucas camadas

Poucas camadas pago eu.

Corro e corro com o corro

Se no corro caio

Rompo-me o morro.

Manuel bichano por capricho

Estopim a carne de macho

E ontem decia um rapaz

Muito macho estopim bichano

Tenho uma galinha,

Pitrinca, pitrinca

Piti, bili, branca.

Se a galinha, pitrinca,

Potranca morresse-se

que fariam os pollitos,

pitrincos, potrancos

piti, bili, alvos?

Leste, disse-lhe a este,

Que fosse onde este,

Para que este,

Mandasse a este,

Onde este

Se este não vai com este,

Menos ira este com este.

Juan junta juncos

junto a limpa-a

pela rua abajito,

baixa uma porca,

puercoescipuesca,

com sete cochinillos,

puerocoescipuesquillos

O LEÓN E O RATO

Estava um ratoncillo aprisionado 
nas garras de um leão; o azarado 
na tal ratonera não foi preso 
por ladrão de toucinho nem de queijo, 
senão porque com outros molestava 
ao leão, que em seu retiro descansava. 
pede perdão, chorando sua insolência.
ao ouvir implorar a real clemência,
responde o rei em majestuoso tom
(não dissesse mais tito) : "perdoo-te!"
pouco depois caçando o leão, tropeça
em uma rede oculta na maleza.
quer sair mas fica prisioneiro. 
atronando a selva roge feroz. 
o livre ratoncillo, que o sente, 
correndo chega, roe diligente 
os nodos da rede, de tal maneira, 
que ao fim rompeu os grillos da fera. 
convém ao poderoso 
para os infelices ser piedoso
talvez pode ser visto precisado 
do auxílio daquele mais azarado.

A RANITA SURDA

Um grupo de ranas viajava pelo bosque, quando de repente dois delas caíram em um poso profundo. As demais reuniram-se ao redor do buraco e quando viram o fundo que era, lhe disseram às quedas que, para efeitos práticos, deviam ser dado por mortas. No entanto, elas seguiam tratando de sair do buraco com todas suas forças. As outras diziam-lhes que esses esforços seriam inúteis.

Finalmente, uma das ranas atendeu ao que as demais diziam, se deu por vencida e morreu, a outra continuou saltando com tanto esforço como lhe era possível. A multidão gritava-lhe que era inútil mas a rana seguia saltando a cada vez com mais força, até que finalmente saiu do buraco. As outras perguntaram-lhe: “Não escutava o que te dizíamos?” A ranita explicou-lhes que era surda e achava que as demais a estavam animando desde a borda a se esforçar mais e mais Para sair do oco.

A CIGARRA E A HORMIGA

Uma hormiga, chegado o verão, recolhia afanosamente grãos de trigo e cebada guardando em seu celeiro, para alimentar-se quando chegasse o inverno ...

Uma hormiga, chegado o verão, recolhia afanosamente grãos de trigo e cebada guardando em seu celeiro, para alimentar-se quando chegasse o inverno.

A cigarra que passava no dia cantando, se assombrou da ver tão trabalhadora na época em que os animais deixando suas lidas se dedicam à diversão e ao descanso, porque têm alimento de sobra.

Ante debocha-as da cigarra, a hormiga ficou calada e continuou trabalhando sem descanso, mas quando caiu o inverno e com ele a escassez de provisões, a cigarra, faminta, lhe foi pedir uns quantos grãos para se alimentar.

Então a hormiga disse-lhe:

“Já vê holgazana, se trabalhasses no momento oportuno, hoje não careceria de alimento, de modo que agora canta, enquanto eu como durante todo o inverno.

A lagosta e sua mãe

Não andes atravessada e não roces teus custados contra a rocha molhada, - dizia uma lagosta a sua filha.

-Mãe, -  repôs esta,- você, que quer me instruir, caminha direita e eu te olharei e te imitarei.

Os DOIS AMIGOS E O URSO

Os campos dormitaban baixo os últimos raios de sol da tarde, e os animais do bosque, ocultos em centenas de cômodos esconderijos, começavam a acordar de sua sesta. O murmurante ribeiro diminuía tanto que mal era um fio de água, e a superfície do caminho de terra, cheia de #sulco, era dura e costrosa. Avançando lentamente, dois homens deram a volta ao recodo, com as jaquetas ao braço e os acalorados rostos reluzentes de suor. Conversavam em tom muito cordial e pareciam ser bons camaradas. A pouca distância, seguia-os o grande urso negro, husmeando as impressões dos dois amigos. Quando o caminho deu a volta em torno de uma rocha, um dos homens advertiu ao enorme animal que avançava a grandes passos para eles. Lançou um grito e, esquecendo a seu amigo. lançou-se para uma árvore próxima. Trepou como um macaco pelo tronco, até se pôr a salvo sobre um ramo. Mas seu amigo era velho e não podia subir.

Ao ver-se abandonado, olhou a seu arredor aflito, buscando um esconderijo. A estrada cruzava um claro; e salvo a árvore, a terra estendia-se, lisa e uniforme, em todas direções. Desesperado, deixou-se cair ao chão e tendeu-se de bruços sobre a erva. E ali ficou sem mover-se nem respirar, fingindo-se morrido. O urso o hurgó com seu frio focinho e lhe gruñó no ouvido. Decorreu algum tempo, que pareceu interminável. Finalmente, o corpulento animal chegou à conclusão de que aquele homem estava morrido e se foi. O mais jovem dos dois amigos, sentado a horcajadas sobre o ramo, observava atenciosamente enquanto acontecia tudo isto, se atrevendo a duras penas a respirar. Quando o urso desapareceu, se deixou cair ao chão.

-Que secreto te murmurou o urso ao ouvido? -perguntou com curiosidade.

-O urso? -disse o maior dos amigos, cujo coração latia ainda com violência-. Oh! Disse-me que me cuidasse de fazer amizade com um homem que o deixa a um na estacada à hora do perigo e não trata do ajudar.

O ASNO QUE TENTAVA CANTAR

Baixo o temporão sol matinal, a erva, impregnada de orvalho, brilhava como quebradizo cristal. O asno esfregou-se repetidas vezes o focinho no orvalho. As gotitas de água aderiram-se por um momento a seus correosas e negras fossas nasais e depois escorregaram como reluzentes abalorios. Suas magras patas mal conseguiam o sustentar. Balançou-se várias vezes, mareado, e pouco faltou-lhe para cair.

Tal foi o lamentável estado em que o granjero o encontrou, lambendo ainda o orvalho da erva. Era evidente que o pobre animal estava doente ou faminto. Mas não prestava a menor atenção aos ternos brote dos abrojos que tanto gostava.

-Todo foi por culpa da música -explicou melancolicamente o asno, quando o granjero lhe perguntou qual era a causa de sua doença-. Todo foi pela música!

-A música? -exclamou o granjero, assombrado-. Que tem que ver a música com isso?

-Pois verá -replicou o asno-. Ouvi que as cigarras modulaban tão belas canções, que quis cantar de maneira igualmente formosa. Pensei que seria magnífico deleitar a um grande público. Quando lhes perguntei como o faziam, me disseram que só viviam do orvalho da erva. Faz em uma semana que só como orvalho. E, no entanto, o único que faço é rebuznar!

-Estúpido asno! -exclamou o granjero, rindo. E depois, atingindo-lhe um punhado de abrojos, agregou-: Acha, pobre tonto, que se eu tratasse de comer somente abrojos, aprenderia a rebuznar?

DE JAIMITO

Na escola pergunta a professora:

  • Jaimito, quanto é 2 por 2?
    - Empate.
    - E quanto é 2 por 1?
    - Oferta.

Jaimito, que é a A?
- Uma vogal, señorita.
- E o K?
- Uma consoante que não

pode ser repetido, señorita

  • Jaimito sabe nadar? 
    - Sim, señorita
    - Onde aprendeste?
    - Na água.

Vai Jaimito a sua mãe e pergunta-lhe:

- Mami, mami, os caramelos de

chocolate caminham pela parede??
- Pois não, Jaimito. Os caramelos não caminham.
- Ah, vale… pois então comi-me  uma barata.

A mãe disse-lhe a seu filho:

  • Luisito, lavate bem

A cara porque tem que

Vir tua tia Matilde

  • está bem mamãe; mas

  • e se lavo-me e depois não vem?

Jaimito chega de jogar ao futebol

e está súper contente.

E diz-lhe a seu pai:

“Papai, papai, joguei o melhor

partido de minha vida!!

Meti três gols!!”

“Asa, que bem Jaimtio.

E como ficaram??”

“Pois perdemos 2 a 1.”

  • ouve porque está

tão bem de saúde?

  • porque não discuto

  • Bah, não seria por isso!

  • Pois não sera por isso

-sabe mamãe? Minha redação

comoveu à maestra.

  • deveras?

- se, disse-me que dava pena.

Perguntam-lhe em classe a Jaimito:

- Quantas são dois mas dois?

- Não sei, se não me dá mais dados…!

CHISTES DE ANIMAIS

Que animal é mais sujo, o porco ou a vaca?
 A vaca, porque a vaca pergunta-lhe ao porco:
 - Quanto faz com que não te duches?
O porco diz:
  - oik, oik, oik!
O porco pergunta-lho a ela e a vaca responde:
  - Faz muuuuuuuuuuuuuuuuucho tempo.

Após uma tempestade de neve

Que obrigou a fechar todos os colégios,

A maestra perguntou a um aluno

Se aproveitava bem aquelas

Férias.

  • se mestre. Todos os dias rezava

para que nevara mais.

Uma galinha entra no jardim de um homem

Muito tacaño.

- podemos comer-no-la/comê-no-la este mediodia-

sugere sua mulher.

- espera a manhã.

Aconselha o marido.

- poderia pôr um ovo para o café da manhã

Um amigo diz-lhe a outro…

- Ouve, que meu gato matou a teu cão!
- Mas como vai a amatra teu gato a meu cão.

- Se meu cão é um Doberman que mede dois metros!!
- Ah, já, já o sei. Mas é que meu gato é o do carro de meu pai.

Vai um gato caminhando por um telhado

e encontra-se a outro gato.

O primeiro gato diz-lhe ao primeiro:
Miauuuuu miauuuuuu

E o segundo contesta-lhe:
Guaaaaaau guuuuaaaaauuuu

O primeiro gato estranha-se e pergunta-lhe:
“Ouve, se você é um gato,

porque ladras como um cão”

Ao que o segundo gato lhe contesta:
“Pois porque seja idiomas!!”

Uma mãe mosquito diz-lhe a seus filhos mosquititos:

“Filhos, tenham muito cuidado com

os humanos e não vos acerquem a

eles já que sempre querem nos matar”

Mas um dos mosquitos lhe disse:

“Não, mami, isso não é verdadeiro.

No outro dia um humano passo-se

a tarde aplaudindo-me

CHISTES DE MENINOS

Um menino entra a uma ótica e diz-lhe ao vendedor:
- Quero comprar uns óculos, faz favor.

O vendedor pergunta-lhe:
- Para o sol?

E o menino responde:
- Não. Para mim!

- Mamãe, mamãe, há uns extraterrestres na porta.

- Ai, filho, e daí disseram-te?

- Que são do planeta agostini e querem falar contigo!!

Um menino pergunta-lhe a sua mãe:
- Mamãe, mamãe, que tem na barriga?

-É um bebê filho.
E quê-lo muito?

-Se filho, quero-o muito.
Ahm… E por que to comeu?

Mamãe mamãe que boa esta a paella.

- Pois repete filho, repete.

- Mamãe mamãe que boa está a paella

Ouve Manolo, presta-me teu shampoo?
Mas, você não tem o teu?
Sim, mas o meu diz para cabelos

secos, e o meu está molhado.

- Ring, ring, está Agustín?

- Não, estou incomodín.


Como se chama o pai de ete?
Donete..

Dois presos no cárcere e um lhe diz ao outro:

- Ouve, e você porquê está aqui?
- Pois pelo mesmo que você.

Porque não me deixam sair!!

Estavam dois tomates em um frigorífico e um deles diz:

- Ai! Tenho muito frio!!

E o outro diz:

Leites!! Um tomate que fala!!

Tinha uma vez um homem tão pequeno que se subiu em cima de uma canica e disse: O mundo é meu!

PARA SORTEAR JOGOS

o Cofre de Noé
cabem todos, cabem todos.
No Cofre de Noé
cabem todos, menos você.

À volta de minha casa, 
Encontrei-me com Pinocho,
E disse-me que contasse
até oito.
Pin, um, pin, dois,
pin, três, pin, quatro,
pin, cinco, pin, seis,
pin, sete, pin, oito...

Em um prato de salada 
comem todos ao mesmo tempo.
Jogaremos às cartas: 
Sota, cavalo e rei.

Macarron macarron chiflá
ao chibiri a macá
a você, a você, a você,
patatin-tin-tin
ao chibirí
asa pa ti.

Choco, choco, a, a. 
Choco, choco, te, te. 
Choco, choco-a, te. 
Cho - co - a - te!

PARA FAZER DEBOCHA

Que passa?
- A bandeira por tua casa.
- Pela minha já passou.
- E na minha ficou.

O que o diz o é
com a cara ao revés.

Botellita de Jerez,
todo o que me diga 
será ao revés.

Ao que não convida 
crescem-lhe sapos
na barriga.

Llorica manteles
um duro deve-me,
se não mo dá
llorica será.

QUE ACOMPANHAM Aos JOGOS

Mãe e filha 
vão a missa, 
mãe e filha 
têm de voltar. 
Enquanto elas 
vão e voltam 
conto eu 
as dezesseis. 

Periquito Periquito 
parece-se a seu papai,
por acima, por abaixo, 
por diante e por detrás.
Que se escondam, 
que se escondam,
que se escondam todos já,
o que não queira ser escondido 
que não volte nunca mais.

Pizpirigaña
veio a aranha 
por seu sabanita 
para a arañita
veio a pomba 
de seu palomar,
vinho por sal, 
sal miúdo 
para a cuba.
Cuba de varro, 
tampa cavalo
cavalo mourisco, 
tampa ao Bispo,
Bispo de Roma
tampa essa coroa
que não lha coma
a cuca rabona.

PARA SALTAR À COMBA

Um, dois e três
pluma, tintero e papel
para escrever uma carta
a meu querido Miguel,
na carta dizia-lhe
que vivo na rua Uría
número sessenta e três.

Acima Carolina e olé,
com esse cabelo longo e olé,
parece uma papoula e olé,
dessas que vão voando e olé,
e no dia vinte e sete e olé,
casa-se Blancanieves e olé,
com os sete enanitos e olé,
e o lobo periquito e
olé, olé, olé, olé, olé, olé, olé, olé.

Manzanita do Peru
quantos anos tem você
ainda não o sei
mas cedo o saberei
um, dois, três, quatro...

OUTRAS RETAHÍLAS

Silêncio na sala
que o burro vai falar,
o primeiro que fale
burro será.

Uma coisa encontrei-me,
Quatro vezes o direi
Se não aparece seu dono,
Com ela ficarei.

Sal solecito,
Esquenta-me um pouco,
Para hoje, para manhã
E para toda a semana

Quem foi a Sevilla
Perdeu sua cadeira,
Quem foi a León
Perdeu o cadeirão,
E o que veio lho encontrou

Lua, lunera
Cascabelera,
Embaixo de minha cama
Tem o jantar

À volta de minha casa

me encontreé com pinocho

e disse-me que contará

até oito: pin, um, pin, dois

pin, três, pin, quatro, pin, cinco, pin, seis

pin ,sete, pin, oito

cura sã,

cura sã,

culito de rana,

se não se cura hoje,

se curará manhã.

a tampar as ruas,

que não passe ninguém,

que passem meus avôs,

comendo ameixeiras.

tortillas amarelas,

que se ponham de joelhos.

pin pineja

pin pineja, pede «pa'l» cavalo,

rabo de coneja, cavalo mourisco,

coneja real, pede «pa'l» bispo,

pede «p'a» o sal, bispo de roma

sal miúdo, tira a coroa

pede «p'a» a cuba, que não ta leve

cuba de varro, a gata rabona.

à ea, ea,

teu sonho

já tem berço.

à ea, ea,

na lua.

à ea, ea, ea,

dorme

lucero.

à ea, ea,

no regazo

de meus versos.

À cantiga de ninar, nanita dos escarabajos,

um na terra, o outro abaixo.

à cantiga de ninar, nanita das tartarugas,

lentas caminham encosta acima.

à cantiga de ninar, nanita dos meninos,

para que joguem sempre contigo.

à cantiga de ninar, nanita, nanita, cantiga de ninar.

dorme-te, raio da manhã.

Ao MENINO BONITO

Ao menino bonito
Que lhe darei?
Um conejito
que ontem pillé
é muito mansito,
não sabe morder.
Aqui trago-lho,
para que jogue
com sua graça.

EA, EA...

ea, ea..., meu menino dorme.

ea, ea..., o sonho vence-lhe.

ea, ea..., susurra o vento.

ea, ea..., mamãe quer-te.

EL MENINO CHORÃO

Menino, não me chore, que os lobos

escutam-te lá no monte que as ovelhas

não dormem que a pastora

não canta e a cigarra enmudece.

não chore, minha vida. te trarei do mar

mil estrelas. entrelazaré os ventos

e recolherei para ti papoulas, lírios e cravos.

meu menino, não me chore,

que eu velarei  teus sonhos.

NANA, NANERA...

cantiga de ninar, nanera, cascabelera,

que meu bebê quer chorar.

cantiga de ninar, nanera, cascabelera, que meu bebê

não quer comer.

cantiga de ninar, naneracascabelera, que meu bebê

não quer dormir.   cantiga de ninar, naneracascabelera, que meu bebê

deixou de chorar.   cantiga de ninar, nanera, cascabelera, que minha bebe

começou a comer.   cantiga de ninar, nanera,  cascabelera, que meu bebê

dormido já está.

MI MENINO SONHA

                 embaixo da cama, sapatilhas. Sobre ela, almohadón.                dentro dos lençóis, meu menino sonha.

EN A cada ESTRELA

a ro, ro, ro, ro, na cada estrela

há um menino que passeia e olha ao céu.

  a ro, roro, ro, na cada estrela está

um menino que não sabe olhar ao chão..

a ro, ro,  ro, ro, a meu niñoarrullo eu.

LA SESTA

  dorme, dorme,  dorme-te já.  

meu menino não dorme, que quer jogar que vê

ao sol e à lua não. dorme, dorme,  dorme-te já.  

meu menino ri-se, e quer apanhar com seus manhosos os raios do sol. Dorme, dorme,  dorme-te já. Meu menino canta-me, meu menino me besa, meu lindo menino, dorme-me a mim.  

Pajarillo que está na lagoa,

        não acorde ao menino

        que está no berço.

N ANA DO COCO

coco, coco
de cara negra,
noite de lua,
não assuste a minha menina,
que está no berço.

coco, coco,
de cara negra,
negro carvão,
lava-te a cara
com água e sabão.

coco, coco,
de cara limpa,
largo sorriso,
joga ao corro
com estas meninas.

cantiga de ninar do elefante,
cantiga de ninar chiquita
sonha que tem asas
suaves…finitas…

que joga entre as nuvens
cruzando o céu,
que joga à escondida
com os luceros.

cantiga de ninar do elefante
que está dormindo…
como sonha que voa
dorme sorrindo.

À camita

e agora o besito das boas noites
e à camita, à camita
até manhã se deus queira
que descansem bem
chego a hora de deitar-se
e sonhar também
porque amanhã será outro dia
e há que o viver com alegria

À RU RU

À ru ru, nene,
à ru ru já,
dorme-te meu nene,
durma-se já.
Durma-se meu negro,
cara de pambazo,
que se não se dorme
dou-lhe um trancazo
Meu negrito lindo,
já se está dormindo,
ponha cara de pau,
que eu te estou vendo…
À ru ru, nene,
à ru ru ,
este negro lindo
já se me dormiu.

A dormir vai a rosa das roseiras
a dormir vai meu menino
porque já é tarde.

Meu menino vai dormir-se
com os ojitos fechados,
como dormem os jilgueros
em cima dos telhados.

Este menino tem sonho,
muito cedo vai dormir-se
tem um ojito fechado
e outro não o pode abrir.

À NANITA, NANITA

À nanita, nanita,
à nanita daquele
que levou o cavalo à água
e trouxe-o sem beber.

Dorme-te, menino chiquito,
dorme-te e não chore mais,
que se irão os angelitos
para não te ver chorar.

ESTE MENINO TEM SONHO

Esta menina tem sonho
tem vontade de dormir,
tem um ojito fechado,
o outro não o pode abrir.

Dorme-te minha menina,
dorme-te meu sol,
dorme-te pedaço
de meu coração.

MEU MENINO PEQUENO 

Meu Menino Pequeno
quer ser dormido
cantam-lhe os galos
o quiquiriquí.

MU, MU, MU

Mu, mu, mu, dorme-te você,
a mula e o boi
esquentam ao Rei;
mu, mu, mu, dorme-te você,
estrela de Oriente
que alumbra à gente;
mu, mu, mu, dorme-te você.

As MULHERES DA SERRA

As mulheres da serra,
para dormir a seus meninos,
em vez de chamar ao coco,
cantam-lhes um fandanguillo.

MENINA BONITA

Menina bonita,
flor de canela,
tão bonica
como sua avó.

Menina bonita,
flor de maçã,
a cara bonita,
as zancas de rana.

Menina bonita,
flor de alhelí,
a cara bonita
e não tem pipí.

PA QUE SE DURMA MEU MENINO

"Pa" que se durma meu menino
a Virgem está-lhe cantando
ole, ole, ole.
E "pa" que não se acorde,
um anjo está-lhe velando.
Vá ramo de carinho
com três ramos somente.
A "mare", o anjo e o menino
à cantiga de ninar, nanita, nanita, cantiga de ninar,
que se dorme meu menino
por sevilhanas, por sevilhanas,
à cantiga de ninar, nanita, nanita, cantiga de ninar.

A LOBA


A loba a loba
comprou-lhe ao lobito
um calzón de seda
e um gorro bonito.
A loba a loba
virá por aqui
se este menino lindo
não quer dormir

MAMÃE LE CANTAVA

Mamãe cantava-te 
a cantiga de ninar mais bela
nasceu de noite 
como as estrelas.

Quero-te meu menino
meu doce lucero
você é a estrellita 
mais linda do céu

CINCO LOBITOS  'Actividades literarias infantiles'

Cinco lobitos
tem a loba,
cinco lobitos
por trás da vassoura.
Cinco lobitos,
cinco parió,
cinco criou,
e aos cinco, 
aos cinco 
tetita deu-lhes.
Polegar, polegar,
chama-se este,
este se chama índice 
e serve para assinalar,
este se chama coração 
e aqui põe-se o dedal,
aqui põe-se o anel 
e chama-se anular
e este tão chiquitín
meñique, meñique!

EU TENHO UMA CASITA

eu tenho uma casita

que é assim e assim.

que, quando feita fumaça,

faz assim, assim.

que, quando quero entrar,

faço assim, assim.

e limpo meus botitas

assim, assim.

UM, DOIS, TRÊS E QUATRO

um, dois, três e quatro

margarita tem um gato

um, dois, três e quatro

lava-lhe, lhe peina, limpa-lhe os sapatos.

um, dois, três e quatro

dá-lhe de merendar

chiqui pão

chiqui pão

PIN PONHA

Pin Pón é um boneco,
com corpo de algodão,
lava-se a carita
com água e com sabão.

Se desenreda o cabelo,
com pente de marfim
e embora dá-se puxões
não grita e diz uy!

Lava-se a camisa,
passa-se a calça
e quando vai à rua 
parece um grande senhor.

Quando vai à escola
não sabe a lição, 
a maestra lhe riñe
a meu pobre Pin Pón.

Quando as estrelas 
começam a sair
Pin Pón vai-se à cama,
se acuesta e a dormir.

CUCU, CANTAVA A RANA

Cu-, cantava a rana,
cu-, embaixo da água,
cu-, passou um caballero,
cu-, com camada e sombrero,
cu-, passou uma senhora, 
cu-, com traje de fila,
cu-, passou uma criada,
cu-, levando salada,
cu-, passou um marinheiro,
cu-, vendendo alecrim,
cu-, pediu-lhe um ramito,
cu-, não lhe quis dar,
cu-, meteu-se na água,
cu-, jogou-se a revolcar.

TOCA PALMITAS

Toca palmitas
que vem papai.
Toca, toca, toca
que cedo virá.

PALMAS PALMITAS

Palmas, palmitas,
figos e castañitas,
açúcar e turrón 
para meu menino/a são.

ASERRÍN ASERRÁN

Aserrín, aserrán,
maderitas de San Juan,
as do rei sierran bem,
as da rainha não tão bem,
as do duque...
truque, truque, truque.

HOJE É DOMINGO DE PIPIRIPINGO

Hoje é domingo de pipiripingo
apanhei meu cavalo e fui passear-me,
encontrei-me a três ladrões 
comendo três pichones,
pedi-lhes uma tajada 
e não ma quiseram dar,
apanhei minha espada e fiz-os/fí-los dançar.

Ao CORRO DA BATATA

Ao corro da batata,
comeremos salada,
o que comem os senhores,
naranjitas e limões,
achupé, achupé,
sentadita fiquei.

DOM PIN PONHA

Embaixo um botão, TON, TON
que encontrou Martín, TIN, TIN
tinha um rato, TON, TON,
ai, que chiquitín!, TIN, TIN.

Ai, que chiquitín!, TIN, TIN,
era aquele rato, TON, TON,
que encontrou Martín, TIN, TIN
embaixo um botão, TON, TON

É tão juguetón, TON, TON,
o Senhor Martín, TIN, TIN
que escondeu o rato, TON, TON,
em uma meia, TIN, TIN.

Em uma meia, TIN, TIN,
estava o rato, TON, TON,
que encontrou Martín, TIN, TIN
embaixo um botão, TON, TON

Os POLLITOS

Os pollitos dizem,
pío, pío, pío,
quando têm fome,
quando têm frio.

A galinha busca
o milho e o trigo,
dá-lhes a comida
e presta-lhes abrigo.

Baixo suas duas asas
estão-se quietecitos,
e até o outro dia
dormem calentitos.

Mas ao dia seguinte,
correm os pollitos,
contentes e alegre,
buscam gusanitos!

'Actividades literarias infantiles'

QUE CHOVA, QUE CHOVA

'Actividades literarias infantiles'

Que chova, que chova,
a Virgem da Gruta,
os pajaritos cantam,
as nuvens levantam-se
que sim, que não, 
que caia um chaparrón
com açúcar e turrón
que se rompam os cristais 
da estação
e os meus não
porque são de cartão.

DOM MELITÓN

Dom Melitón tinha três gatos
e fazia-os dançar em um prato
e pelas noites dava-lhes turrón,
Que vivam os gatos de Dom Melitón!

Dom Melitón como era tão chato
chamavam-lhe narizes de gato,
mas os gatos têm-se-lhe "escapao"
comendo ratos a médio "bocao".

Ao PASSAR A BARCA

Ao passar, a barca,
disse-me, o barqueiro,
as meninas, bonitas,
não pagam, dinheiro.
Voltei-a, a passar,
voltou-me, a dizer,
as meninas, bonitas,
passam, por aqui.

Por uma, peseta,
vai-se, no vapor,
come-se, e bebe-se,
e vê, a função,
e o que, não a tem,
não vai, no vapor,
nem come, nem bebe,
nem vê a função.

A FLAUTA DE BARTOLO

Bartolo tinha uma flauta
com um buraco só
e sua mãe dizia-lhe
toca a flauta Bartolo.

Bartolo tinha uma flauta
com um buraco só
e a todos dava a lata
com sua flauta o bom Bartola.

PASSE MISI

Passe-misí,
passe-misá,
pela porta de Alcalá,
os de alante correm muito,
os de atrás ficarão.

O CORRO CHIRIMBOLO

O corro chirimbolo

que bonito é!

Um pé

outro pé.

Uma mão,

outra mão.

Um cotovelo,

outro cotovelo.

O nariz…

e o morro.

O PÁTIO DE MINHA CASA

O pátio de minha casa

é particular:

quando chove se molha,

igual que os demais.

Agacha-te

e volta-te a agachar,

que as agachaditas

não sabem dançar.

H-I-J-K

L-LL-M-A

que se você não me quer,

outro amante me quererá.

H-I-J-K

L-LL-M-Ou

que se você não me quer,

outro amante terei eu.

QUE CHOVA, QUE CHOVA

Que chova, que chova,

a Virgem da gruta

os pajaritos cantam

as nuvens levantam-se,

que sim, que não,

que caia o chaparrón,

que toquem os tambores

porro, porrón ponha, ponha,

que rompam teus cristais

e os meus não.

UM COCHERITO

Um cocherito leré

disse-me ontem à noite leré

que se queria leré

montar em carro leré.

E eu lhe disse leré

com grande salero leré

não quero carro leré

que me mareo leré. UMA, DOIS, TRÊS

Uma, dois, três.

Pluma, tintero e papel

para escrever uma carta

a meu querido Miguel.

E na carta dizia-lhe:

Dá lembranças a tua tia.

Quero-te muito, Miguel.

Os CHINITOS NA CHINA

Os chinitos,

na China,

quando não têm que fazer,

atiram pedras,

ao alto,

e dizem que vai chover.

O FRANGO

o frango, o frango com uma pata
o frango com a outra pata
o frango com uma alita
o frango com a outra alita
o frango com a colita
e agora te toca a ti.

Os POLLITOS

os pollitos dizem "pío, pío, pío"
quando têm fome,
quando têm frio
pío, pío, pío (bis)
a galinha busca,
o milho e o trigo
dá-lhes a comida,
e presta-lhes abrigo
pío, pío, pío (bis)
baixo suas duas asas,
estão-se quietecitos
e até o outro dia,
dormem os pollitos
pío, pío, pío (bis)

DE ANIMAIS

À cada peixe chega-lhe sua vez.

Cavalo grande, ande ou não ande.

A cada gorrión tem seu coração.

O homem e o urso quanto mais feio mais formoso.

Galo que não canta, algo tem na garganta.

A boa lula, em todos os mares sabe nadar

COMIDA

O que não tem de comer, o deixa correr.

Mais valha água de carne que carne de água.

DE OUTONO

Setembro, ou leva as pontes ou seca as fontes.

Se em setembro começa a chover, outono seguro é.

Muita flor em primavera, bom outono espera-nos.

Nem em agosto caminhar, nem em dezembro navegar.

Outono e inverno, mau tempo para os velhos

DE AMIGOS

A galinha de minha vizinha, põe mais ovos que a minha.

Dime com quem anda e te direi quem é.

Do amigo, usar mas não abusar.

CONSELHOS

Alegria tenha e viverá bem.

Antes de fazer nada, consulta antes com o travesseiro.

Quem a boa árvore se arrima, boa sombra lhe cobija.

Mais vale prevenir que curar.

Mais valha pássaro em mãos, que cento voando.

A cavalo presenteado, não lhe olhe o dente.

OUTROS

Quem foi-se a sevilla, perdeu sua cadeira

Em casa do ferreiro, faca de pau.

Zapatero a teus sapatos.

Há livros de aventuras,

que são uma loucura.

Há livros de terror

que são um pavor.

Todos temos que ler

para muitas coisas aprender.

A cada livro com sua história

recorda em tua memória.

Hadas, piratas e bandidos

aqui estão escondidos.

Quando eu canto

Soa um canto

Se uma poesia quer aprender

Não o duvide vêem, a ler

Se vê uma estrela fuga

Pede um desejo e se te cumprirá

Em meu jardim ensolarado

Encontrei um pássaro encantado

Cavalo grande

Ande ou não ande

Hipo, hipo

Sem não te vai

Te destripo

Com um livro entretenido

não estará aburrido.

Ler por diversão

e não por obrigação.

Ler um librito

é o mais bonito.

Marta tem um gato

com as orelhas de pano.



surpresa, surpresa,

Sonia está escondida

embaixo da mesa.

Mario é um caballero

com camada e sombrero.

Se quer que to conte

Terá que vir como

um foguete!

O grande urso..

Cayo ao fosso

Olhar a lua

Não tem berço

Com um livro na mão

Passará um bom verão.

Se quer aprender

só tem de ler.

Se tem alguma dúvida

vai à leitura.

Os contos são

os melhores inventos.

As personagens de meus livros

sempre se encontram em desordens.

61

Para acessar o documento na íntegra, nós convidamos você a fazer o download do documento.
Descarregar
112 Kb
Compartilhar este documento :

Não há comentários para mostrar.

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisar ser um membro para fazer um comentário

Criar uma conta

Crie uma nova conta em nossa comunidade. É fácil!


Crie uma nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.


Entrar Agora
×