Estados Unidos

LINCE

Os PROBLEMAS DO LINCE IBÉRICO

Os principais problemas que afetam na atualidade ao lince ibérico, e que supuseram que em só uma década sua população passe de 1.200 a 200 instâncias são:

  • Diminuição das populações de coelho, seu alimento básico e quase
    exclusivo.

  • Destruição do monte mediterrâneo, seu habitat característico, que é o de sua presa principal e também da águia imperial ibérica, uma das rapaces mais ameaçadas do mundo (120 casais ao todo).

  • Furtivismo. Não especialmente contra a espécie, senão contra outros mamíferos, como javali, raposo e outros.

  • Atropellos. Suas principais áreas estão atravessadas por estradas, nas que não se contemplam medidas preventivas. Nelas morrem sobretudo os jovens durante a étapa de dispersão juvenil.

  • Endogamia. A redução das populações deteriora sua qualidade genética e faz inviável sua reprodução.

SITUACION ATUAL DA ESPÉCIE

De seguir sua tendência atual, o lince poderia desaparecer em só dez anos. Os dados dos censos realizados a princípios dos 90 assinalavam a existência de uns 1.200 linces. Cinco anos depois citavam-se entre 800 e 500. Agora os mais otimistas assinalam ao redor de 500, mas parece que só ficam 200 instâncias adultos.

A União Internacional para a Conservação da Natureza, qualificou-lhe, junto ao tigre de Bengala, como o felino mais ameaçado do planeta. Em @cincuenta anos, a espécie passou de habitar a maior parte da península Ibérica a ver-se enclausurada em cinco áreas completamente isoladas entre si. Algo que supõe um perigoso e inevitável deterioro genético.

Das cinco populações, só duas são geneticamente viables. A mais importante está na Serra de Andújar, uma zona de monte mediterrâneo com um aceitável estado de conservação e na que se estima que sobrevivem uns 60 instâncias. Deles, uma dúzia se encontra no interior da propriedade rural estatal Local Novo, onde se pôs em marcha o Plano Integral para a proteção da espécie.

A segunda zona lincera é o Parque Nacional de Doñana e seu meio. Ali estima-se subsiste uma população de 40 instâncias. É a mais ameaçada pela pressão de um meio que não sabe ver a importância de sua conservação.

As outras três áreas enquadram-se no quadrante sudeste da península: O Enebral, Montes de Toledo e Serras de Gata e Granadilla. Ademais, poderia haver pequeñísimos grupos ou indivíduos isolados em outros locais, como o sudeste madrilenho.

Ecologistas e cientistas, denunciam vários os projetos e #infraestrutura que são especialmente perjudiciales e que na atualidade apoiam as diferentes Administrações. Citam em especial cinco grandes embalses em zonas linceras: Melonares (Sevilla), Irueña (Salamanca), A Breña II (Córdoba), A Coroada e Andébalo (Huelva), bem como certas estradas do meio do Parque Nacional de Doñana

ÁGUIA IMPERIAL

A Águia Imperial é uma das rapaces mais ameaçadas do mundo, mal ficam 130 casais, todas elas estabelecidas em Espanha. Lamentavelmente, a cada vez morrem mais instâncias por ingerir carne envenenada, que é utilizada como isca em numerosos cotos de caça. Por este motivo, A Sociedade Espanhola de Ornitología (SEO/BirdLife) iniciou uma campanha para proteger à Águia Imperial, e nomeou-a Ave do Ano 2000

LONTRA

A lontra encontra-se em perigo de extinção, pois é caçada para cortar-lhe a pele e fazer com ela cinchos, billeteras, sacas e outros objetos.

Embora algumas pessoas vendem-na para mascotas, de acordo com Maria José Iturbide, bióloga do zoológico A Aurora, outros o fazem por puro gosto.

É um animal inquieto, e difícil de caçar, pois tem grande habilidade na água, onde se esconde quando se sente ameaçada pelo homem.

Por essa razão está em perigo de extinção, "por ser difícil de capturá-la, quando o conseguem lhe cortam a pele e a têm como troféu", explica o encarregado de Fauna da Comissão Nacional de Áreas Protegidas (CONAP), Roberto Ruiz.

Em outros casos é exportada ou comercializada, no entanto segundo Ruiz, como o fazem de forma ilegal não se sabe a onde a levam e como o fazem, o verdadeiro é que até faz em uns anos se via cerca de qualquer fonte de água e agora muito rara vez.

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