Gastronomia brasileira

Turismo. América do Sul. Brasil. Pratos típicos. Arte culinária brasileiro. Cozinhas regionais

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UNIVERSIDADE DE PALERMO

CIRCUITOS TURISTICOS III

TRABALHO PRATICO:

GASTRONOMIA #DE o BRASIL”

INDICE

Introdução ............................................................................................................3/4

Cozinhas Regionais..................................................................................................5/7

A gastronomia.........................................................................................................8/9

Menu típico brasileiro...............................................................................................10

Comidas representativas...........................................................................................11/14

Conclusão.................................................................................................................15

Mapa de regiões........................................................................................................16

Bibliografia..................................................................................................................17

GASTRONOMIA DO BRASIL

INTRODUÇÃO

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Brasil é um país de enorme extensão , que compartilha fronteiras com todos os piases do continente menos Chile, e Equador. Encontra-se situado entre os 5º 16”de latitude norte e os 33º 45” de latitude sul.

Sua costa Atlântica estende-se 7.408 km2, à que chegaram os primeiros colonizadores que depois passariam ao interior do continente e na que se aconteceram as invasões de franceses, espanhóis e portugueses.

Dividido em cinco regiões geográficas - Norte, Nordeste, Centro Oeste, Sul e Sudeste -, o país oferece na cada umas opções turísticas muito diferenciada que fazem com que descobrir o Brasil seja uma aventura que percorre desde rios, vales e montanhas de rara beleza até um passado colonial e uma história que se inicia no século XVI.

Visitar o Norte do Brasil, por exemplo, significa conhecer a Amazonia, seus rios e seus bosques. Região formada pelos Estados de Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Roraima, Rondonia e Tocantins, oferece opções que incluem principalmente passeios, pesca e alojamento no meio da floresta, mas incluem, ademais, a possibilidade de conhecer cidades que floresceram a princípios do século XX, com a economia da borracha, como Manaus, em Amazonas. Significa, ademais, a possibilidade de conhecer uma região considerada pela Unesco como Patrimônio da Humanidade: a SerraCapivara, em Pará, com pinturas rupestres que são reliquias de milhares de anos.

Quanto ao Nordeste, formado pelos Estados de Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoa, Sergipe e Baía, o mais significativo constituem-no as praias, onde o sol brilha todo o ano, e o mar, - inclusive o do arquipélago de Fernando de Noronha -, onde o mergulho é um atrativo aparte. No Nordeste encontram-se algumas das mais antigas cidades do Brasil, como Salvador, em Baía, fundada pelos colonizadores portugueses em 1549 e primeira sede de governo brasileiro; Olinda, em Pernambuco, onde o governo do holandês Mauricio de Nassau deixou fortes rasgos culturais; Fortaleza, em Ceará, onde as jangadas que cortam o mar são uma das marcas da cidade; e Sao Luis, em Maranhão, com a forte influência deixada por portugueses, principalmente na arquitetura, onde destacam os azulejos em muitos edifícios protegidos.

No Centro Oeste, formado pelos estados de Goiás, Matto Grosso, e Mato Grosso do Sul, encontra-se Brasília, distrito federal e capital do Brasil. Construída com projetos do urbanista Lucio Costa e do arquiteto Oscar Niemeyer, Brasília foi inaugurada em 1961 e é, desde o ponto de vista urbanístico, uma das cidades planejadas mais importantes do mundo. Mas visitar o Centro Oeste também significa visitar uma região de contraste: o velho - local onde foram os bandeirantes, no século XVII, em busca de terras fértiles e de ouro; e o novo - já que o grande impulso econômico e demográfico da região só chegou com a implantação da nova capital, a partir de meados do século XX. E onde, ao lado do palco formado por centenas de grutas em torno das cidades como Bonito, em Mato Grosso do Sul, existe uma fauna e uma flora exuberantes nas zonas inundadas do Pantanal e dos rios que nascem na Chapada do Guimaraes, em Mato Grosso, dando origem ou alimentando alguma das maiores cuencas hidrográficas do continente.

Embora possua alguns dos vales e montanhas mais bonitos da Terra, muitos dos quais preservam locais exuberantes da Mata Atlântica, a principal marca do Sudeste é o esplendor da cidade de Rio Janeiro e a vida cultural e econômica das capitais. Formada pelos estados do Rio de Janeiro, Sao Pablo, Espírito Santo e Minas Gerais, a região é o centro financeiro do país e sua parte mais industrializada, responsável por algumas das maiores concentrações urbanas do planeta. A cidade de Sao Pablo, por exemplo, tem mais de 9 milhões de habitantes - 16 milhões se considera-se o conjunto de cidades que formam a chamada Região Metropolitana de São Paulo - e, tal como Rio de Janeiro, oferece ao turista enormes possibilidades em termos de #infraestrutura hoteleira, negócios, lazer e cultura.

No Sudeste também estão as cidades mineiras, como Ouro Preto e Congonhas do Campo, no estado de Minas Gerais, com o traçado urbano típico do passado colonial brasileiro. As duas cidades preservam obras de Aleijadinho, o maior escultor do país no período barroco, e são protegidas pela Unesco como Patrimônio da Humanidade.

Formado pelos estados de Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, o Sul, ao lado de algumas das praias mais bonitas do Brasil, oferece uma paisagem montanhosa, que atraiu a muitos dos imigrantes europeus que se estabeleceram no país entre meados do séculos XIX e as primeiras décadas do século XX. Com forte influência alemã e italiana, a região guarda costumes da terra natal dos que a adotaram e oferece, na arquitetura, na gastronomia, nas festas, alguns dos laços culturais que a une às cidades de origem de seus habitantes. Além disso, é no Sul onde está uma das cascatas mais exuberantes do planeta: as cataratas de Iguazú, consideradas pela Unesco, por sua beleza natural, como Patrimônio da Humanidade.

A cozinha brasileira tem raízes portuguesas, indígenas, africanas, hispanoamericanas, alemãs e italianas. Com uma longa tradição de pratos nativos preparados com produtos agrícolas, do mar, dos rios e das montanhas, no Brasil podemos distinguir cinco cozinhas regionais.

COZINHAS REGIONAIS

REGION DO NORTE: COZINHA DO AMAZONAS

A cozinha indígena é própria do Amazonas, ao norte do país. É uma das cozinhas mais interessantes do Brasil e, sem dúvida, a mais genuína. A caça do pato selvagem no Amazonas une-se à deliciosa carne de yacaré (cocodrilo) e tartaruga, embora estas espécies estão protegidas. Tem exóticas e extraordinárias frutas com nomes evocadores: piquiá pupunha (coco, que se toma de aperitivo), cabo, cupaçu, açai e, sobretudo, guaraná, base de um delicioso refresco.

Dentro dos costumes amazônicos encontra-se a caça. Os condimentos inspiram-se em sabores silvestres, como o molho tucupí e o vatapá, guiso picante que acompanha aos camarões. Outros pratos característicos indígenas são o pupunhá, a base de um tubérculo chamado carua, e os coquitos cozidos, ambos banhados com mel. Também do Amazonas é uma papilla de milho com coco e canela que recebe o nome de mungunzá. O boi rei e o pirarucu são espécies que se pescam na zona amazônica.

O prato regional mais apreciado é o pato ao tucupi, pato cozido em um molho com suco de mandioca e sazonado com jambu (uma hier ba selvagem semelhante ao agrião que tem a propriedade de deixar a língua dormida). O tatú, cuja carne é muito delicada, faz excelentes ragús. O ciervo (veado) e o pecari (caititu) comem-se marinados ou assados. O pirarucu e o peixe boi (lamantín, literalmente peixe boi) de Amazonia consomem-se, o primeiro cozido em leite de noz de Pará e o segundo em forma de costelas assadas à brasa. A região oferece também uma impressionante variedade de frutas exóticas. A bebida local é o guaraná, sacada do fruto do mesmo nome.

REGIÃO DO NORDESTE: COZINHA BAHIANA

É plural, rica e variada. Reúne diferentes culturas, povos que expressam suas identidades com ingredientes, pratos e rituais do fazer e oferecer. Os gostos, cheiros e cores também traçam memórias e histórias que através dos séculos são processadas, transformadas e misturadas pelos próprios alimentos que dão o caráter a uma mesa que combina aos continentes africano, europeu e americano.

A cozinha africana do nordeste do Brasil foi introduzida pelos escravos negros que chegaram a partir do século XVI para cultivar cana de açúcar e explodir as minas. Diz-se que comer bem em Baía é quase uma devoção. As receitas são especiedas, picantes e muito elaboradas, a base de peixes e mariscos. São típicos: o ``vatapá'', consistente em peixe (pargo ou corvina) acompanhado de uma espessa molho feita a base de massa de iúca, tomate, coco e azeite de palma; o ``carurú'' passa por espécie de ``panaché'' gratinado de verduras cozidas com pimentos e camarões; a moqueca de camarões frescas (guiso condimentado com ervas, especialmente coentro, limão, cebola e leite de coco e azeite de dende); a casquinha de siri (carne de cangrejo, troceada em molho verde e servida em seu caparazón); o acarajé ,buñuelos feitos com massa de feijões negras fritadas em azeite de dendé (azeite de palma) recheados com vatapá, e o creme de milho, o leite de coco, os camarões frescos e secos, e o maní. Em Baía vendem-no as bahianas, de modo geral mulheres negras vestidas com trajes tradicionais, com saia, bata de encaixe, muitos colares e pulseras e o turbante.

O xinxim de galinha, é um prato de influência africana com a galinha cortada em pedaços, muito condimentada, cozida em molho de amendoim, castanha de anacardo, camarões secos, jenjibre, todo molido, mas com um sabor delicado. A Frigideira é uma fritura, geralmente de peixes e marisos, com ovos batidos e leite de coco, cozida em uma olla de varro ou metal.Outro elemento desta cozinha é a carne fresca desecada ao sol, ingrediente da feijoada, o sarapadel e a arroz com feijao.

A famosa cozinha bahiana é tipicamente costeira.

REGIÃO DO CENTRO-OESTE: COZINHA DO MATTO GROSSO

Na zona centro- oeste os peixes de Rio do Mato Grosso são variadísimos: cucu-rubatá, dourado, pacú, piabú. Tomam-se assados, envolvidos em folhas de banana com sal gorda sobre telha ou a grelha, e acompanhados com molho vinagreta por em cima.

A cozinha de porco é própria da zona do interior. O lombo, presunto assado, em adobo, assado com mel, açúcar moreno e suco de laranja é próprio do Natal, bem como o peru recheado.

Na região do Mato Grosso e Rio Grande, ao sul, a influência é crioula, gaucha. A dieta é carnívora e as carnes são, logicamente, o grande pilar desta cozinha.

Uma ``churrascaría'' pressupõe, pois, a suculencia das carnes e a aplicação do rodízio -como técnica culinária- sobre os ternos e jugosos cortes de rês ou de porco.

REGIÃO DO SUDESTE: COZINHA DE MINAS GERAIS

No sudeste, encontra-se a cozinha de Minas Gerais. O prato básico é o tutu mineiro (purê de feijões negras e farinha de mandioca com torreznos), que se come com angu (farinha de milho cozida com manteca). Como complemento, “o pao de queijo”, um panecillo de mandioca e queijo rallado. Mas na atualidade abundam mais as sopas, os guisos de carne e os feijões (feijões negros) com arroz.

Camponesa e saborosa, a cozinha de Minas esta, como suas vizinhas sudistas, baseada na junga negra, a arroz e a carne seca, mas o porco assado e o peru recheado acompanhado de frutas (peru a brasileira) figura às vezes no menu.


O queijo que se elabora no país (queijo de Minas) é célebre em todo Brasil e acompanha os cafés da manhã com compota de guayaba (goiaba).

Não convém esquecer outra receita muito querida dos mineiros: a galinha ao molho pardo (galinha em molho cinza), acompanhada de seu sangue e sazonada com vinagre e condimentos.


Geralmente servem-se excelentes parrilladas nas charrascarias» de Belo Horizonte.

REGIÃO DO SUL:

A cozinha do sul ou das frias "terras das pampas" (onde se encontram os gauchos brasileiros de calças abombachados) se orgulha de suas carnes frescas ou preparadas ao barbecue.

O Barreado (camadas de carne e toucinho, cozidos em olla de varro com massa de farinha de trigo) e o Churrasco, carne assada ao espeto com serviço livre (rodizio), são os pratos típicos da zona. Recebeu também a influência da cozinha alemã e italiana.

Na costa, os frutos de mar recém pescados, têm um local importante.

A GASTRONOMIA

A arroz, os feijões e a farinha de mandioca são a base de qualquer comida brasileira, normalmente acompanhados de carne ou de peixe. A cozinha de modo geral não é muito elaborada, mas a matéria prima (carne e peixe) é de boa qualidade.

A oferta gastronômica brasileira é um tanto monótona, embora nas grandes cidades pode ser recorrido a restaurantes internacionais como por exemplo em Sao Paulo onde pode ser encontrado cozinha de quase todos os locais do mundo, de boa qualidade e preços razoáveis, por causa da diversidade da imaginação. A comida italiana é a mais apreciada. Os chineses foram os primeiros que apresentaram uma comida exótica, hoje têm correntes de fast-food e comida para levar. Os restaurantes japoneses, puseram-se de moda faz em alguns anos e chegaram para ficar.

Também existem os restaurantes de comida por peso. Os preços dependem evidentemente da qualidade do bufet, mas de modo geral são muito econômicos.

Há comidas de dias de festas, como a dos santos de Bahia, das festas de San Juan, das de Reis, comida de vigília. São comidas que podemos degustar nas festas ou nos restaurantes especializados em comida típica.

Aos brasileiros encanta-lhes uma classe de comida que pode ser levado à boca com as mãos e que se acaba em um ou dois bocados. São os salgadinhos, precedem a um jantar ou almoço como aperitivos, mas podem constituir o menu completo de um casamento, um batismo ou uma festa de aniversário. Seguem-lhe com frequência os docinhos, doces chamados assim, carinhosamente, com o diminutivo.

A comida de rua (da rua) , também foi e é muito apreciada pelos brasileiros de todas as classes sociais. É possível comer bem em todo Brasil consumindo o que se vende na rua, nos carrinhos. O acaraje bahiano, o milho cozido, o doce de coco, a tacara, o bolo de feira, o churrasco. Em primeiro lugar as empanadillas, de carne solta, com azeitonas, de queijo, #há também de palmitos, úmidas, todas fritadas na olla de mil frituras, e as acompanhando o grampo, caldo de cana molida no momento, fria e doce, muito doce.

Nos baruchos sempre existe algo tentador. Nas panaderías, torreznos muito grandes estaladiças. Lonchas de lombo com bastante molho, dentro de um panecillo. Croquetas de galinha com osso. Podem ser de camarões. Pão com mortadela e umas gotas de limão. Salchichas frescas fritadas, sardinitas muito torradas.Esta comida de rua forma um mosaico muito interessante das preferências do povo.

Os amantes da fruta e dos sucos têm todo um mundo de sabores, cores e texturas por descobrir. Em qualquer lado pode ser encontrado um estabelecimento de sucos (sucos) e vitaminas (sucos de leite), com muitas opções como acerola, acaju, cupuacu, graviola, abacaxi, tamarindo, jengibre, maracuya, morango (fresa) ou acai.

Com respeito às bebidas alcoólicas, a cachaca, aguardente de cana de açúcar, é o álcool forte mais habitual de todo Brasil. Há de muitos tipos e preços. A caipirinha esta feita com cachaca, lima, açúcar e gelo picado, enquanto a caipirosca leva vodka em local de cachaca, e a caipirissima, rum. A cerveja local é boa e barata.

MENU TIPICO BRASILERO (CASA CLASSE MÉDIA)

CAFÉ DA MANHÃ: café com leite, pão com mantequilla. Se queira-se mais um pedaço de queijo fresco de Minas e uma fruta, como papaya ou laranja.

ALMOÇO E JANTAR: são parecidos, com produtos da estação. A caraterística especial é que os pratos se põem na mesa ao mesmo tempo, menos a sopa, que se serve antes que a comida, e a sobremesa, que a completa.

O menu é quase sempre arroz branco, feijões colorados ou negros com caldo espesso, carne, ave ou peixe, uma salada verde, verduras cozidas e croquetas fritadas ou bolo. Ao lado uma fonte com farinha de mandioca, ou farofa e um frasco de pimenta em conserva ou molho de pimenta.

Ao jantar pode ser servido uma sopa ( de feijões e de galinha com arroz).

SOBREMESA: pode ser um doce com queijo, ou fruta, ou tudo ao mesmo tempo. A isto lhe segue um cafezinho.

Entre o almoço e o jantar pode existir uma merienda, que às vezes é um café com bolo ou pães-de-ló, às vezes um suco, ou qualquer outra coisa.

COMIDAS E BEBIDAS REPRESENTATIVAS

A FEIJOADA: O PRATO NACIONAL

O prato surgiu das barracas dos escravos que trabalhavam nas plantações de cacau e de cana de açúcar, que se estendiam pelo noroeste do Brasil.. onde os cozinheiros africanos preparavam comidas singelas para suas famílias e outros trabalhadores.

Hoje a feijoada é um cremoso potaje a base de feijões negros ou vermelhos, como os preferem no norte, cozinhados lentamente com uma rica variedade de carnes de porco e de carnes salgadas, bem como de salchichas portuguesas, língua ahumada, e carne seca.

Embora a preparação do prato varia de região em região, comê-lo é uma espécie de ritual que inclui beber antes um bom engolo de aguardente ou cachaca. Depois, serví-la sobre arroz branco, colocar a um lado as carnes, um molho picante, couve (uma espécie de couve-galega), farofa (farinha de iúca torrada) e rodelas de laranja para ajudar à digestão.

O ideal é comer a feijoada em inverno acompanhada de cerveja. E isso sim, nunca antes de ir à cama... pois é um prato que dá energia para se manter ativo longo momento.

SALGADINHOS

Alguns dos aperitivos que gostam mais a de os brasileiros são os seguintes:

    • Canapés para todos os gostos

    • Azeitonas recheadas

    • Croquetas de queijo

    • Croquetas de bacalhau

    • Empanadillas com recheado de camarões ou galinha

    • Croquetas de galinha

    • Croquetas de camarões

    • Empanadillas de queijo, carne ou palmito

    • Iúca fritada

FAROFA

A farofa é um gosto a adquirir, mas, após adquirido, difícil de deixar. É a simples farinha de mandioca só passada em mantequilla, quando se torna úmida e estaladiça, ou completamente transformada, quando se mistura com ovos ou salchichas frescas, torreznos, couve ou centos de outras possibilidades. Deve ser comido recém feita, quente ou à temperatura ambiente. É o acompanhamento mais constante da cozinha brasileira e serve também para rechear aves, como o frango ou o peru assado.

PÃO

No Brasil há muitas panaderías que fazem pão fresco durante todo o dia. O pão mais corrente é semelhante à baguette francesa e chama-se-lhe pão francês.

O pão para sandwiches e canapés é o pão de forma, que pode ser encontrado de vários tipos.

As panaderías vendem também outros tipos de pães salgados e doces, roscas, tranças e panecillos franceses pequenos.

BEBIDAS

A caipirinha é a bebida nacional. Faz-se com cachaça (aguardente destilada da cana de açúcar), suco de lima, açúcar e gelo.

Mate gelado: tem gosto a te, mas seu aroma é parecido ao fumo.

Guarana: Fato com frutas que crescem o Amazonas, tem sabor a água carbonatada cremosa.

Caldo de cana: suco de cana de azucar.

CAFÉ Ou CAFEZINHO

O café é uma bebida muito apreciada em todo mundo. No entanto, não há outro país onde o café tenha tanta importância como no Brasil. O líquido serve-se em pequenas canecas, a intervalos frequentes, durante todo o dia. Há quem toma de 12 a 24 cafezinhos por dia.

Muitos executivos brasileiros fazem seus negócios tomando um café, enquanto as donas-de-casa recebem às visitas com um café recém fato, colado no momento, já que no Brasil o café é símbolo de hospitalidade.

Todas as dependências públicas e inclusive os escritórios privados costumam servir um café pelo menos duas vezes por dia. Inclusive na peluquería serve-se café continuamente. É a alegria de ricos e pobres.

Não é surpreendente que a arte de passar "" um cafezinho se tenha aperfeiçoado no Brasil. Uma das primeiras regras de um bom café é começar com utensílios muito limpos, água fresca, medidas exatas e não deixar nunca que o café ferva. Para fazer um cafezinho, precisa-se um caço para esquentar a água, uma manga de franela montada sobre uma enquadra de arame que a sujeite à boca da cafeteira. O colador de franela pode ser feito usando uma franela com costura em forma de V. Quando não se esteja usando o colador, este deve ser guardado em água fresca e fria, e quando se compre, deve lhes lhe dar um banho de café feito para que tome o sabor. O colador deve ser mudado de vez em quando, porque em caso contrário adquire saber a velho

DOCES

A preparação dos doces e tartas no Brasil está intimamente relacionada à "casa grande", onde viviam os senhores na época da escravatura, e aos conventos. Foram as freiras portuguesas as que trouxeram a arte da confitería e da produção de pequenas #joia doces postas sobre cestitas de papel recortado. Muitos dos conventos vendiam seus doces. As filhas dos senhores, geralmente alunas dos conventos, em seguida converteram-se em extraordinárias reposteras, maestras na manipulação do açúcar, único ramo da cozinha que lhes estava permitida.

Atualmente, a arte da confitería é uma ocupação que demanda muito tempo e os finísimos doces de outros tempos se encontram quase em extinção, tendo sido substituídos por doces fáceis, geralmente a base de leite condensada, que lhe dá a todos um sabor bastante semelhante.

A sobremesa fecha com chave de ouro a comida, e os brasileiros não prescindem dele. Pode ser uma tarta, um pudín, uma macedonia de frutas, uma compota com queijo, um gelado, frutas. Das frutas, as mais conhecidas são a banana, a guayaba, o cabo, o maracujá, a cherimoia, mas talvez a mais amada seja a jabuticaba. Principalmente a jabuticaba na árvore. Vejamos como descreveu a jabuticabeira Elizabeth Bishop: "A árvore é preciosa, as flores amarelo-verdosas, peludas, olorosas e crescem por todo o ramo, e as frutas brotam diretamente do ramo, do tronco, coladas a ele, como milhares de grandes cerezas negras".

Aos brasileiros gostam de seus doces bastante doces, como os árabes, os portugueses, os austríacos. Há um tipo de doce ao que segue a preposição "de e" o nome da fruta: doce de guayaba, doce de papaya, doce de figo. Há também doces sólidos ou em massas que podem ser cortados com a faca. Geralmente levam o sufixo "ada": guayabada, marmelada (mermelada de membrillo), pessegada (mermelada de melocotón), cocada.

Os gelados fatos com frutas brasileiras são deliciosos, como o gelado de ananás, de cabo, de coco.

O abacate, no Brasil, come-se com açúcar, como creme de abacate ou gelado de abacate. Um modo muito saboroso de aproveitá-lo é partí-lo ao meio, retirar o osso, acrescentar-lhe um pouco de açúcar, veio do Porto e castanha de Pará rallada e comê-lo com colher.


No capítulo de doces cabe destacar o quindim ( pastelito de coco rallado e ovos), o de moleque ( amendoins, açúcar e manteca), o baba de moça um líquido a base de leite de coco de açúcar e canela. A fatia é similar às rabanadas espanholas. Uma sobremesa muito refrescante é a ambrosía de melão ( macedonia de frutas com coco fresco rallado e melão).

Uma sobremesa sempre recomendável são as magníficas frutas, em batidos e sucos. O doce de leite, o pudín e as sobremesas a base de coco que vendem nos quioscos, onde partem o coco adiante de um

CONCLUSÃO

Falar de manjares e guisos de raigambre brasileira, põe-nos ante uma alimentação rica, variada e exótica, de sabores fortes e muito condimentada.
É, basicamente, um compêndio de cozinha indígena, africana (pelos escravos que chegaram no Séc. XVI para o cultivo da cana), e portuguesa, além das influências que denuncia a mão dos imigrantes alemães e italianos.

BIBLIOGRAFIA:

-www.mre.gov.br

-Script UCCI de Riu de Janeiro

-Script UCCI de Salvador

-Material da embaixada do Brasil

-Página Site da embaixada Brasil