Nutrição e câncer

Oncología. Pacientes oncológicos. Alimentação. Dietas especiais. Fatores etiológicos. Tipos de alimentos permitidos e protetores. Transtornos nutricionais. Valoração do paciente. Estudo antropométrico. Nutrição artificial. Contraindicaciones

  • Enviado por: Beatriz González
  • País: Espanha Espanha
  • 5 páginas
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NUTRICION E CANCER.

Importância da nutrição em pacientes oncológicos por:

  • Tolerância ao tratamento.

  • Melhor qualidade de vida.

  • Sobrevivência.

Componentes da dieta como possíveis fatores etiológicos:

  • PROTEINAS.

  • Dados contradictorios em estudos (benefício ou risco de diminuir proteínas da dieta).

    Provável relacionamento de dieta rica em proteinas de carnes vermelhas com câncer de próstata e cólon.

  • GORDUROSAS Ou LIPIDOS.

  • Relacionamento de câncer de mama em mulheres pós-menopáusica.

    Um estudo em marcha em dieta baixa em lípidos e rica em frutas e verduras diminui o nível de estrógenos em mulheres com câncer de mama.

  • ÁLCOOL.

  • Importante carcinógeno em tumores de cabeça e pescoço ou esófago.

    Consumo elevado de cerveja relacionado com o câncer cólon-rectal.

    Relacionamento com câncer de mama por acréscimo de estrógenos endogenos.

    Associado o álcool e o fumo produz efeito sinérgico e relacionamento álcool-nutrição.

  • CAFÉ E LE.

  • Não se encontraram relacionamento claro com o aparecimento de câncer.

    O consumo de bebidas muito quentes predispone ao câncer de esófago.

    O consumo de te verde parece ter efeitos protetores (antioxidantes).

  • EDULCORANTES ARTIFICIAIS.

  • Ciclamato e sacarina. Atualmente não são considerados fatores etiológicos.

    Aspartamo não tem relacionamento com o desenvolvimento de neoplasias.

  • NITRATOS, NITRITOS E NITROSAMINAS.

  • Nitrato passa a nitrito por reações químicas de saliva-a, estomago, cólon e vejiga, por oxidación.

    Produz-se a metahemoglobina que não deixa que o oxigeno se separe dela.

    Nitritos mais Aminas/Amidas misturam-se no organismo e produz-se Nitrosamidas e Nitrosaminas.

  • PROCESSADO DE ALIMENTOS.

  • Contaminação por hidrocarbonetos aromáticos policiclicos (benzopirenos) e aninas aromáticas heterociclicas.

    Demonstrado acréscimo de risco de câncer de estomago e esófago.

    Produzidas em combustão de carvão em hidrólisis proteicas em assados, frituras e ahumados de carne.

  • AFLATOXINAS.

  • Micotoxinas do Aspergillus flavos.

    Amendoins, milho, nozes, sementes, legumes, etc.

    Produz câncer hepático em animais, não demonstrado em humanos.

    Evitar alimentos enmohecidos e controle sobre as colheitas.

    COMPONENTES DA DIETA COMO POSSÍVEL FATOR PROTECTOS DO CANCER:

    • FIBRA.

    Protege do aparecimento do câncer de cólon.

    Provável efeito protetor também em câncer de reitor e mama.

    • FRUTAS E VERDURAS.

    São protetores há estudos que demonstram o risco de desenvolver um câncer (exceto de próstata) em dietas pobres em frutas e verduras.

    Seu mecanismo protetor parece ser a presença de anticarcinogenos.

    • Vitamina C e E.

    • Selenio.

    • Fibra alimentária.

    • Antioxidantes como bitioltionas, glucosinolato e indes.

    Efeito de fitoestrogenos na soja.

    TRANSTORNOS NUTRICIONAIS EM PACIENTES COM CANCER.

    CAQUEXIA / ANOREXIA TUMORALES.

    Até em um 70% dos pacientes com câncer.

    Relacionamento com um 25% das mortes.

    Consta de: perdida de importância, anorexia, anemia, nauseas e inmunosupresion.

    Correlação inversa com sobrevivência.

    Implica pior tolerância e resposta ao tratamento e pior qualidade de vida.

    Disbalance anabólico/catabólico com prevalência do último.

    ANOREXIA.

    Componente universal da caquexia tumoral e consequência desta.

    Contribui ao desgaste sofrido pelos doentes.

    A caquexia e a anorexia tumoral relacionam-se com o neuropeptido E. Todos os problemas se produzem no hipotálamo.

    As alterações metabólicas da síndrome de caquexia tumoral são parecidas à produzida nos processos inflamatorios crônicos, com desgaste do músculo esquelético e tecido adiposo enquanto outros órgãos como o hígado, rins ou suprarrenales podem aumentar de importância.

    Apoio farmacológico com:

    • Complementos/suplementos alimentícios.

    • Estimulando-lhes do apetito.

    TRATAMENTO DO CANCER

    • NAUSEAS E VOMITOS.

        • Alimentos frios ou a temperatura ambiente.

        • Comidas frequentes e escassas.

        • Evitar alimentos ácidos, fritados ou gordurosos.

        • Caldos, sucos, leite ou infusões, contribuindo assim hidratación ao paciente.

        • Fármacos como metoclopeamina, corticoides, neurolépticos.

    • DIARREIA.

        • Abundante rehidratación do paciente mediante líquidos como limonada alcalina, soro oral, bebidas isotónicas.

        • Comidas frequentes e escassas.

        • Evitar alimentos ricos em fibra não soluble.

        • Dieta astringente.

        • Em enteritis radica toleram-se melhor alimentos triturados ou em purês.

        • Só diminuir as gorduras na dieta se se demonstra estreatorrea (gordura em fezes).

    • PRISÃO DE VENTRE.

        • Abundantes líquidos na dieta.

        • Abundante fibra não solubles

        • Suplementos de fibra de salvado ou preparados a base de fibra.

        • Desenvolvimento de hábitos regulatórios e acréscimo de atividade física.

    • MUCOSITIS.

        • Evitar irritantes.

        • Evitar frio e calor.

        • Consistência aceitável como triturados.

        • Se a dieta é insuficiente suplementos comerciais ou caseiros enriquecidos.

        • Se não tolera sólidos, preparados comerciais que assegurem o correto contribua nutricional.

        • Fármacos como AINEs, esteroides, antibióticos.

    • XEROSTOMIA.

        • Alimentos de consistência macia e jugosos.

        • Hidratación escassa mas muito frequente.

        • Masticación de chiclete entre as comidas.

        • Boa higiene bucal e cepillado antes da cada comida com escova branca.

        • Pilocarpina, moléculas em estudo.

        • Preparados salinos para enxaguaduras bucales.

    VALORACION DO ESTADO NUTRICIONAL DO PACIENTE ONCOLOGICO.

    • ANAMNESIS.

      • Peso antes da doença.

      • Perdidas de importância total e tempo (5% em um mês ou 10% em 6 meses implica desnutrição grave)

    • EXPLORACION FISICA.

      • Exame físico do paciente.

      • Descrição de achados físicos derivados do tumor.

    • ESTUDO DIETETICO.

      • Conhecimento de hábitos dietéticos do paciente e por tanto da ingesta energética e de nutrientes.

      • Comprar as ingestas do paciente com as teóricas e julgar seu estado nutricional.

    Métodos de estudo dietético:

    • Entrevista dietética.

    • Questionário de frequência de consumo de alimentos.

    • Contagem da ingesta de 24 horas.

    • História dietética incluindo questionário de frequências e contagem de ingesta de 24 horas.

    ESTUDO ANTROPOMETRICO.

    IMC

    CLASIFICACION.

    < 20 Kg/m2

    Déficit ponderal.

    20 -25 Kg/m2

    Valores normais.

    25 -30 Kg/m2

    Sobrepeso ou obesidade de primeiro grau.

    30 - 40 Kg/m2

    Obesidade de segundo grau.

    > 40 Kg/m2

    Obesidade de terceiro grau.

    OUTROS ESTUDOS ANTROPOMETRICOS.

    • CIRCUNFERENCIAS CORPORALES.

      • Circunferencia craniano (só em meninos).

      • Circunferencia braquial (braço).

      • Circunferencia da cintura.

      • Circunferencia do muslo.

      • Circunferencia do quadril.

      • Circunferencia da pantorrilla.

    Há umas tabelas para comparar o que obtivemos e conhecer se esta dentro das margens.

    • DOBRAS CUTANEOS.

      • Tríceps.

      • Escapula.

      • Bíceps.

      • Crista iliaca.

    VALORACION CLOBAL SUBJETIVA (VGS- GP)

    É um questionário de umas duas folhas. O primeiro é a preencher pelo paciente e o segundo pelo medico.

    Há uma pontuação: A, B e C e dá-nos a valoração nutricional do paciente, e também dá o grau de impacto da doença sobre o estado nutricional do este (é um valor numérico).

  • Bem nutrido.

  • Moderadamente malnutrido (dar-lhe conselhos dietéticos).

  • Severamente malnutrido (atuar sobre a nutrição urgentemente).

  • NUTRICION ARTIFICIAL

      • NUTRICION ENTERAL.

        • Passo de alimentos por sondas ao tracto digestivo inferior.

        • Útil se existe alterações em boca, reflujos deglutorios ou esófago.

        • Precisa ter o estomago e o intestino funcional

        • Administração de preparados comerciais.

        • Gastrectomía: Ao estomago.

        • Enterostomía: ao duodeno.

        • Administração contínua ou em determinadas tomadas ao longo do dia.

      • NUTRICION PARENTERAL.

        • Administração de nutrientes diretamente à torrente sanguíneo.

        • Em pacientes com impossibilidade para a ingesta oral e nutrição enteral que mantenham esta situação mas de 7-10 dias.

        • Hospitalizados ou em domicílio.

      • FORMULA INMUNOMODULADORAS.

    CONTRAINDICACIONES.

    ENTERAL.

    • Tracto gastrointestinal não funcionante.

    • Malabsorcion

    • Obstrução mecânica.

    • Diarreia severa.

    • Hemorragia severa.

    • Vômitos.

    • Fístulas gastrointestinal.

    • Pronostico ominuo.

    PARENTEAL.

    • Necessidades >7 dias.

    • Pronostico ominuo (<40 dias).

    • Acesso venoso não possível.

    • Instabilidade hemodinámica.

    • Alterações metabólicas.